Caso Samylle: mãe não via filha 'nem por videochamada', diz delegada; defesa alega que tia impedia visitas
Polícia Civil do RS investiga morte de menina de 4 anos em Porto Alegre A mãe de Samylle Valentina Borba Ramiro, que morreu aos 4 anos, disse à polícia que não via a filha há pelo menos dois meses.
De acordo com a polícia, a mulher relatou que não tinha contato com a menina "nem por videochamada".
"Todas as informações que ela tinha da menina eram ou através da avó ou através da irmã mais velha.
Ela não estava tendo contato nem por videochamada nem presencialmente com a menina." 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo a defesa da mulher, ela era impedida pela tia de ver a filha.
Leia a íntegra no final da reportagem.
"A mãe afirma que vinha sendo impedida pelos tios de visitar a filha e até mesmo de conversar com ela por telefone.
As únicas informações eram obtidas por meio da irmã mais velha, que eventualmente conseguia visitá-la." A Polícia Civil investiga a causa da morte da menina.
A mãe de Samylle foi ouvida pela polícia pela primeira vez na manhã de quarta-feira (19).
A mulher chegou à delegacia pouco antes das 11h, acompanhada de uma advogada, e prestou depoimento por cerca de uma hora.
Os policiais questionaram o motivo de a criança não estar com a mãe, que possuía a guarda unilateral.
Ainda segundo a polícia, a mãe detalhou como as filhas foram divididas.
"Acabou se separando do companheiro e foi para a casa de uma amiga.
Ela não teria como levar as meninas consigo.
Em razão disso, a menina mais velha passou a morar com o pai, e a menina mais nova ficou sob tutela de uma amiga, uma pessoa de confiança que morava na mesma rua.
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