Shein foi a grande aposta do fast fashion. Agora, luta para escrever novo capítulo
A Shein já foi uma das empresas mais comentadas do varejo.
A companhia conseguia identificar o que a Geração Z queria e, em poucos dias, transformar essas tendências em vestidos de US$ 10 e croppeds de US$ 5.
As roupas eram tão baratas e a oferta de novos modelos era tão incessante que a hashtag # Sheinhaul virou um fenômeno no TikTok.
A Shein ultrapassou concorrentes maiores, como Zara e H&M, começou a planejar uma oferta pública inicial de ações (IPO) e, em determinado momento, chegou a ser avaliada em quase US$ 100 bilhões.
Agora, o burburinho diminuiu.
Depois de anos de adiamentos, a Shein está perto de abrir seu capital — desta vez, por uma fração de seu valor de pico.
A empresa busca novas formas de crescer depois que Estados Unidos e Europa acabaram com isenções tarifárias para produtos baratos que ajudavam a sustentar seu modelo de baixo custo.
As vendas despencaram nos Estados Unidos, seu maior mercado.
E a companhia ofereceu poucos detalhes aos investidores sobre de onde virá um crescimento relevante daqui para frente.
“Para uma empresa que ficou tanto tempo sob os holofotes, parece que a música parou”, disse Juozas Kaziukenas, analista independente de comércio eletrônico.
Nenhuma marca chinesa de moda teve tanto sucesso quanto a Shein em sua expansão global.
Ainda assim, a empresa continua excepcionalmente reservada.
Seu fundador e CEO, Sky Xu Yangtian, é tão discreto que, até aparecer publicamente em fevereiro, a maioria das fotos que circulavam na internet e supostamente o mostravam era falsa.
Até mesmo um executivo sênior da Shein no exterior, que falou sob condição de anonimato por não estar autorizado a conversar com a imprensa, disse que nunca havia se encontrado ou interagido com Xu.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.