Funcionários da Aadesam foram procurados por supostos integrantes da campanha à reeleição de Roberto Cidade, diz MPE
Fachada da sede da Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (Aadesam).
Rede Amazônica O Ministério Público Eleitoral (MPE) obteve indícios de que integrantes da campanha do governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), entraram em contato com funcionários recém-contratados da Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental (Aadesam).
A suspeita dos investigadores é de que os novos contratados iriam trabalhar na campanha do candidato à reeleição com salário pago pelo órgão público.
As conversas foram registradas em um aplicativo de mensagem.
Em uma das trocas de mensagens, um homem identificado como Yano Neves entra em contato com uma funcionária recém-contratada.
Ele afirma ser da equipe do governador Roberto Cidade, pede o PIX da funcionária e solicita o preenchimento de um formulário.
Entre os dados pedidos estão o número do título de eleitor e a região de atuação.
Na sequência, a pessoa responde.
Em outra conversa, um homem identificado como Lucas Freire, que também afirma ser da equipe de Roberto Cidade, aborda outra funcionária da Aadesam.
Ele também pede o PIX dela e o preenchimento do mesmo cadastro.
Mensagens obtidas pelo Ministério Público Eleitoral revelam contato de supostos integrantes da campanha de Roberto Cidade com funcionários da Aadesam.
Rede Amazônica As contratações tiveram início em julho, após a demissão de um grupo de funcionários.
A Justiça determinou a suspensão das contratações e dos pagamentos aos novos funcionários após suspeitas de irregularidades.
Segundo as investigações, os pagamentos passaram a ser feitos pela empresa KCC, apontada como ligada a um funcionário da cúpula da Aadesam.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.