A dois anos das Paralimpíadas, Brasil segue em evolução e pode atingir 100 pódios em Los Angeles 2028
Redação debate os motivos do Brasil ser uma potência nos esportes Paralímpicos Se o Brasil não é uma potência olímpica, já é uma potência paralímpica super consolidada.
Top 10 nas últimas cinco edições dos Jogos, o país deu um salto importante em Paris 2024 quando, pela primeira vez, ficou entre os cinco primeiros colocados no quadro geral de medalha.
A primeira metade do ciclo foi bem proveitosa e, a exatos dois anos dos Jogos de Los Angeles, já é possível projetar uma campanha brasileira com mais de 100 medalhas.
As Paralimpíadas começam dia 15 de agosto de 2028.
Maria Carolina Santiago, a Carol, nas Paralimpíadas Miriam Jeske/CPB Em 2025, o Brasil conquistou 93 medalhas em Campeonatos Mundiais dos esportes paralímpicos em provas que estão no programa dos Jogos de 2028.
O país liderou o quadro de medalhas dos Mundiais de judô e atletismo, colecionou medalhas, como o de costume, na natação, manteve a força na canoagem e teve título no ciclismo.
Guilherme Costa faz a retrospectiva dos esportes paralímpicos em 2025 O ano de 2026 é um pouco mais esvaziado, já que não tem Campeonatos Mundiais de atletismo e natação que, juntos, contam com quase 70% das medalhas distribuídas no esporte paralímpico.
Apesar disso, resultados importantes já foram conquistados, como pódios nos Mundiais de golbol e vôlei sentado.
Ainda nesta temporada, teremos Mundiais de diversas modalidades, como tênis de mesa, ciclismo, taekwondo e triatlo.
Na última edição das Paralimpíadas, foram 25 medalhas de ouro, 25 de prata e 38 de bronze, com 88 no total.
O país foi quinto colocado no quadro, apenas dois ouros atrás da Holanda, quarto país.
Se fosse montado um quadro de medalhas pelo total de pódios, o Brasil seria quarto colocado.
50 anos da primeira medalha do Brasil em Jogos Paralímpicos; país virou potência São vários os motivos de o Brasil ser uma potência paralímpica.
A ótima utilização do Centro de Treinamento em São Paulo, um dos melhores do mundo, somado a detecção de talentos espalhados pelo Brasil nos centros de referências, faz com que o as medalhas sejam conquistadas por atletas de todas as regiões.
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