Enfermeira venezuelana cria seu microemprendimento em comunidade indígena de Pacaraima
Rengie Miranda, 31 anos, formada em enfermagem na Venezuela, encontrou no empreendedorismo uma nova maneira de construir renda depois de chegar ao Brasil em 2019.
Ela mora na comunidade Tarau Paru, em Pacaraima, onde mantém três negócios e já participou da oficina de Modelagem de Negócios, realizada pelo Sebrae/RR, para organizar os novos passos.
Os planos dela é aumentar o comércio onde trabalha e futuramente abrir uma loja de roupas e restaurante.
A vinda para o Brasil aconteceu inicialmente por uma questão de saúde do esposo, que estava gravemente doente.
A família já tinha parentes que residiam no país, especificamente na região de Pacaraima e, após da chegada ela permaneceu na comunidade.
Antes de migrar, Rengie havia concluído a formação em enfermagem na Venezuela.
Apesar da qualificação, ela conta que a crise enfrentada pelo país dificultava o acesso ao trabalho e a obtenção de renda.
A situação não estava boa e o trabalho não dava uma renda suficiente.
Quando vim para cá, encontrei uma oportunidade para empreender e comecei a buscar outras formas de trabalhar, contou.
Na comunidade, ela começou a construir seu próprio comércio, vendendo alimentos como arroz, feijão, carne, frango, peixe e refrigerantes, além de roupas e um café da manhã.
Logo no início do dia, prepara alimentos para os estudantes da comunidade.
O negócio está em uma estrutura pequena.
Rengie conta que seu propósito é ter um espaço maior para poder realizar suas atividades de maneira organizada.
A venda representa um desafio diferente, já que a parte das peças é comercializada a prazo é o pagamento demorar mais para retornar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.