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Fintechs aumentaram PIB em R$ 1,6 tri de 2016 a 2026, diz estudo

Poder360 ·

Estudo do Reglab (Centro de Estratégia e Regulação) mostra que as IFDs (instituições financeiras digitais) foram responsáveis pelo aumento de R$ 1,6 trilhão no Produto Interno Bruto do Brasil de 2016 ao 1º trimestre de 2026.

O relatório, produzido pelo Núcleo de Economia Aplicada do Reglab, com apoio da Zetta –que representa empresas de serviços financeiros digitais–, foi divulgado nesta 3ª feira (1º.set.2026).

Leia a íntegra (PDF – 4 MB).

O estudo mede o impacto de mudanças regulatórias feitas pelo Banco Central para estimular a concorrência.

Entre elas estão o Pix (sistema público de pagamentos instantâneos), os mecanismos de portabilidade de dados e o sistema de Open Finance.

Este último permite o compartilhamento de dados pessoais, bancários e financeiros entre instituições.

Segundo a pesquisa, sem as IFDs, o PIB do 1º trimestre de 2026 seria 2,2% menor em termos reais, com impacto no orçamento das famílias e na atividade produtiva.

As IFDs oferecem serviços bancários e financeiros 100% on-line, sem agências físicas, como bancos digitais, fintechs e instituições de pagamento.

O estudo do Reglab também mostra que o ganho elevou o consumo das famílias em R$ 982 bilhões e o investimento agregado em R$ 371 bilhões.

Os clientes economizaram R$ 102 bilhões em juros no crédito livre e R$ 47 bilhões em tarifas bancárias no período.

O principal motor dos ganhos macroeconômicos foi o aumento da concorrência no setor.

A entrada das IFDs levou os bancos a reduzir margens e custos, derrubando juros e “beneficiando inclusive a parcela da população que jamais abriu conta em uma instituição digital”.

Para mensurar o impacto das IFDs na economia brasileira, o Reglab utilizou o modelo DSGE (Dynamic Stochastic General Equilibrium, na sigla em inglês), uma das principais ferramentas analíticas dos bancos centrais.

O estudo foi alimentado com dados históricos brasileiros para simular um cenário no qual os bancos digitais não existiam.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

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