Trio pode voltar após 3 meses, mas Diniz ganha dor de cabeça no Corinthians
O Corinthians pode ter a volta do chamado trio GYM (Garro, Yuri Alberto e Memphis) após três meses contra a Chapecoense no próximo domingo (6), em jogo com caráter decisivo para a equipe no Brasileirão.
Recuperando-se de lesão na coxa direita, Yuri Alberto tinha retorno esperado para enfrentar o Santos, teve um incômodo na região e ficou fora do clássico , mas é aguardado para o duelo contra a Chape depois de mais de um mês fora dos gramados. Memphis e Garro, por outro lado, seguem em condições de atuar.
Os três, decisivos nas campanhas dos títulos conquistados pelo clube desde o ano passado, não atuam juntos desde 28 de maio. Na ocasião, o Alvinegro perdeu em casa para o Platense, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores.
Porém, se no ataque Fernando Diniz pode ganhar uma solução na próxima partida, o treinador terá uma dor de cabeça em outro setor após a derrota para os santistas.
O clássico diante do Santos não foi negativo apenas no placar para o Corinthians. Além da derrota em Itaquera, os donos da casa tiveram quatro jogadores com cartão amarelo - três deles estavam pendurados e foram suspensos.
O goleiro Hugo Souza, o zagueiro Gabriel Paulista e o primeiro volante Raniele, todos peças importantes do sistema defensivo, foram amarelados e não jogarão contra a Chape.
Hugo recebeu o cartão após a partida, ao reclamar da arbitragem. Gabriel recebeu o amarelo aos 31 do primeiro tempo, ao dar um carrinho em Gabriel Bontempo na falta que gerou o gol santista. Já Raniele discutiu com os jogadores santistas, se envolveu em uma confusão e foi advertido, assim como Lucas Veríssimo, do Santos. Além dos três, outros jogadores no departamento médico não estarão disponíveis: Vitinho, Zakaria Labyad e Kayke.
Após vencer o RB Bragantino, no início de agosto, o Corinthians chegou à sétima posição e, com 32 pontos, ficou a três do Fluminense, o então quarto colocado.
A sequência das partidas seguintes, contra Cruzeiro (em casa), Coritiba (fora), Santos (em casa) e Chapecoense (em casa) era interpretada como uma boa oportunidade para somar pontos - com duas semanas cheias para treinar, inclusive - e se colocar entre os primeiros colocados, na briga pela vaga direta na Libertadores de 2027.
Porém, até o momento, foram zero ponto dos nove possíveis, o que dá ao duelo contra a Chapecoense um peso ainda maior pela necessidade de se aproximar da parte de cima da tabela - em décimo, o Alvinegro permanece com os mesmos 32 pontos e está a oito do Bahia, o quinto, que dá vaga à fase preliminar da copa continental.
Depois da Chape, o time volta à disputa da Libertadores - com dois jogos contra o Estudiantes, pelas quartas de final - e terá uma sequência difícil na Série A: Flamengo (fora), Fluminense (em casa) e Internacional (fora).
"A ideia que a gente tinha era somar muitos mais pontos do que somou [nos últimos três jogos]. Não somamos nenhum ponto em 3 jogos", afirmou Diniz após o jogo contra o Santos.
Voltando a jogar duas partidas por semana a partir de domingo (6), Diniz avaliou o cenário para sua equipe disputando Brasileirão e Libertadores simultaneamente de novo:
"O próximo jogo vamos ver o que vamos fazer.
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