Precisamos falar sobre a velhice dos pets: veja dicas para que o seu viva mais e melhor
A idade chega para todos, inclusive para os animais.
Por volta dos 7 anos, em média, dificuldades para se locomover e falta de disposição denunciam a chegada da maturidade de cães e gatos .
O momento exige cuidado redobrado, mas muitas famílias ignoram os sinais.
Segundo uma pesquisa encomendada pela Royal Canin, 49,8% dos brasileiros evitam falar sobre o envelhecimento dos bichos .
“Quanto antes quebrarmos esse tabu, mais cedo conseguiremos adotar estratégias para preservar mobilidade, cognição , massa muscular e qualidade de vida”, afirma Priscila Rizelo, gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da empresa.
Check-ups e adequação de exercícios e dieta são fundamentais para que os pets vivam mais e melhor.
Assunto sensível O que disseram os mil participantes do levantamento nacional 71% se sentem tristes ao pensar no envelhecimento de seus animais 49,8% evitam falar sobre a velhice de cães e gatos, mesmo que evidente 35,2% não seguem hábitos preventivos, pois o pet aparenta estar bem 34,3% pensam na velhice dos bichos apenas quando surge um problema de saúde 38,7% não querem enxergar o animal como sênior, por considerá-lo parte da família 57,5% veem os pets como filhos ou irmãos — membros centrais do clã 36% gastam mais com presentes para os bichos do que com os próprios parceiros Palavra de Especialistas Leia a seguir a entrevista com Priscila Rizelo, gerente de Comunicação e Assuntos Científicos, e a Carla Pistori, diretora de Assuntos Corporativos, ambas da Royal Canin Brasil.
Continua após a publicidade VEJA SAÚDE: Por que o envelhecimento dos pets é um tabu para os brasileiros? Priscila Rizelo: Existe um componente emocional muito forte nessa relação.
Hoje, cães e gatos ocupam um espaço afetivo semelhante ao de outros membros da família, então falar sobre envelhecimento desperta sentimentos que muitos preferem evitar.
Mas acredito que exista outro fator importante, durante muito tempo fomos acostumados a pensar que envelhecer era sinônimo de adoecer.
Isso aconteceu com as pessoas e também com os animais.
Ao mesmo tempo, vivemos hoje uma realidade muito positiva: os avanços da Medicina Veterinária, da nutrição e dos cuidados preventivos contribuíram para que cães e gatos vivam mais.
O nosso desafio agora é fazer com que essa maior longevidade venha acompanhada também de saúde e qualidade de vida.
A Medicina Veterinária está propondo uma mudança nesse olhar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em saude.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja Saúde.