Cafeterias deixam de ser espaços de consumo rápido e ocupam o chamado “terceiro lugar”
Nos últimos anos, as cafeterias deixaram de ser espaços de consumo rápido e ganharam novos papéis na rotina urbana, como ambientes para trabalho, encontros, pausas e convivência.
Durante muito tempo, tomar um café fora de casa era uma decisão rápida: entrar, pedir, consumir e seguir a rotina.
Mas esse comportamento vem mudando.
As cafeterias estão assumindo um novo papel.
O movimento acompanha uma mudança mais ampla no comportamento do consumidor.
Em um cenário de jornadas de trabalho mais flexíveis, encontros informais e busca por experiências presenciais, cafeterias passaram a ocupar um espaço entre a casa e o trabalho — o chamado “terceiro lugar”.
O conceito, que vem ganhando força no varejo e no food service, foi destacado recentemente pelo Sebrae em seu Boletim de Tendências para Cafeterias.
O estudo aponta que o mercado brasileiro vai além da venda de bebidas e se consolida também como espaço cultural, social e econômico, reunindo qualidade do produto, ambientação, identidade de marca, conveniência e experiência.
“Hoje, o consumidor não escolhe uma cafeteria apenas pelo café.
Ele escolhe o ambiente, a localização, o atendimento e a forma como aquele espaço se encaixa na sua rotina.
O café pode ser o motivo da visita, mas a experiência é o que faz com que a pessoa queira voltar”, avalia Cristian Figueiredo, fundador da Mr.
Black Café.
Na prática, essa transformação pode ser percebida em diferentes momentos do dia.
Pessoas trabalham no notebook, realizam reuniões, estudam, encontram amigos ou simplesmente procuram um espaço para fazer uma pausa fora de casa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.