Manoel Moraes promete disputar presidência da Aleac
O líder do governo, deputado Manoel Moraes (PP), foto, disse ontem ao BLOG que considera uma falta de respeito, parlamentares recém eleitos estarem se reunindo para cobrar espaços no governo, e discutirem a eleição da mesa, lhe excluindo do processo.
Para Moraes, nenhum deputado tem o direito de já se proclamar de cara futuro presidente da ALEAC.
Moraes disse ainda que vai disputar a presidência do Legislativo, e dá justificativas: ” Na Assembléia, trabalhei nas cinco comissões mais importantes, fui líder de dois governos e secretário da casa, ou seja, me sinto preparadíssimo e vou disputar a presidência, e sobre isso vou conversar com todos os deputados”, prometeu Manoel Moraes.
NÃO FOI LEAL O deputado Manoel Moraes (PP) resolveu abrir o verbo sobre o deputado Luiz Gonzaga (MDB) ter abandonado a base do governo, a governadora Mailza, para apoiar a candidatura do senador Alan Rick (Republicanos).
“Ele foi votado duas vezes pelos 24 deputados para primeiro secretário e depois para o presidente da ALEAC.
Achei uma atitude no mínimo desleal da parte dele, que trouxe prejuízos severos para a candidatura do nosso amigo Gladson Cameli, que tudo fez para o seu bem.
Só tivemos segundo turno, porque ele foi apoiar outro candidato”, desabafou Moraes.
POLÍTICA SEM ÓDIO Não consigo entender tanto ódio resultante de um resultado político.
Eleição se ganha e se perde.
Na mais recente, com a vitória do Lula, foi um jogo dentro das regras políticas.
Qual o candidato que não faz promessas numa campanha? Quem foi o santo que não prometeu? Usar a prorrogação do horário eleitoral como argumento que a eleição não foi limpa, é uma balela! Quando a ordem de prorrogação foi emitida pelo STF, quase 100% dos eleitores já tinham votado.
Votaram, segundo o TSE, na prorrogação, apenas quase 35 mil.
A diferença do Lula sobre o Flávio foi de 4 milhões de votos.
Em que isso influenciou? Então, vamos saber ganhar e perder, pessoal.
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