Vizinho exige retirada de portão depois que medição mostra que estrutura ocupa 19 centímetros de corredor utilizado pelas duas casas
Portão em corredor de vizinho virou pivô de um impasse jurídico e de convivência entre os moradores Cláudio e Beatriz.
A controvérsia começou após um novo levantamento topográfico revelar que a estrutura de ferro recém-instalada avançou exatamente 19 centímetros sobre a passagem utilizada pelos dois imóveis.
Portão em corredor de vizinho virou pivô de um impasse jurídico e de convivência entre os moradores Cláudio e Beatriz.
Foto: Imagem ilustrativa gerada por IA Cláudio alega ter construído a divisória alinhada a uma antiga cerca de madeira que existia há anos no local.
Por outro lado, Beatriz sustenta que a medição oficial comprova a invasão de sua área registrada em cartório, exigindo o recuo imediato do obstáculo.
A instalação do portão em corredor de vizinho reacendeu discussões sobre os limites legais entre propriedades urbanas e a validade de marcos antigos de demarcação.
Validade legal de cercas antigas na divisa de imóveis Antigas cercas ou muros ajudam a indicar onde ficava o limite entre os terrenos, mas não garantem a posse definitiva da área se estiverem no local errado.
Pelo Código Civil brasileiro, qualquer morador pode questionar a posição da divisória a qualquer momento se ela não bater exatamente com a metragem registrada no cartório de imóveis.
A presença de uma cerca antiga serve para provar que o morador agiu de boa-fé ao construir, mostrando que ele não tentou invadir o terreno ao lado de propósito.
No entanto, a documentação oficial da propriedade, como a planta do imóvel e o registro da escritura, sempre tem mais peso na Justiça do que divisórias informais colocadas no local ao longo dos anos.
Morador aproveita muro construído pelo vizinho para ganhar espaço no quintal, mas estrutura cede e área precisa ser refeita Critérios técnicos para validar a invasão do portão em corredor de vizinho Para conferir validade legal a uma denúncia de avanço de estrutura, não basta uma simples medição caseira com trena.
O procedimento exige laudo técnico assinado por profissional habilitado (engenheiro ou agrimensor), acompanhado da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).
A parte notificada sobre a irregularidade do portão em corredor de vizinho tem o direito de contratar uma contraperícia.
Caso os levantamentos apresentem divergências ou as próprias matrículas dos imóveis sejam conflitantes, a solução passa pela retificação de registro ou por uma ação judicial demarcatória.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.