Insights da Semana: Apple enfrenta restrições e eleva preço do iPhone
A Apple enfrentou duas restrições importantes na cadeia de produção: uma relacionada aos semicondutores e outra ao fornecimento de memória.
Mesmo diante das dificuldades, a companhia conseguiu preservar a rentabilidade ao antecipar encomendas e repassar parte dos custos aos consumidores.
O tema foi destaque no quadro “Insights da Semana” , apresentado durante o Resenha do Dinheiro desta semana por Marilia Fontes.
Segundo a economista, a empresa conseguiu contornar a pressão sobre os componentes utilizados em seus produtos.
No caso da memória, a Apple passou a pagar cerca de quatro vezes mais pelo insumo em relação ao preço anterior.
Já no mercado de semicondutores, a companhia se antecipou às restrições e fez encomendas com antecedência.
A estratégia ajudou a reduzir os impactos da escassez sobre a produção.
Para preservar a rentabilidade mesmo com o aumento dos custos, a Apple também elevou os preços do iPhone.
O reajuste chegou a 17%, segundo Marilia.
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A fabricante brasileira registrou receita recorde de R$ 11,3 bilhões no segundo trimestre de 2026, impulsionada pelo aumento da demanda por aeronaves.
De acordo com Thiago Godoy, educador financeiro, o resultado também levou a companhia a elevar suas projeções para 2026.
Para o investidor, a questão agora é avaliar a sustentabilidade desse avanço e se a maior demanda por aeronaves continuará contribuindo para os resultados da empresa ao longo do ano.
Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, também destacou uma mudança promovida pela B3 nos preços de diversos BDRs disponíveis para negociação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.