Remédios para dormir aumentam as chances de Alzheimer? Confira o que a ciência já sabe
Diogo Haddad é professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Coordenador do Centro Especializado em Neurologia, Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
O texto a seguir foi originalmente publicado no site The Conversation , que reúne artigos escritos por pesquisadores.
Vale a visita.
Quase toda família conhece alguém que toma um comprimido para dormir.
Para alguns, o medicamento ajuda durante uma fase de ansiedade.
Para outros, tornou-se parte da rotina há anos.
Clonazepam, alprazolam, diazepam, zolpidem e outros medicamentos semelhantes estão entre os remédios mais prescritos no mundo.
No Brasil, o clonazepam (Rivotril®) figura há anos entre os medicamentos mais consumidos.
Ao mesmo tempo, é cada vez mais comum aparecerem manchetes afirmando que esses medicamentos poderiam aumentar o risco de doença de Alzheimer.
Mas será que esses medicamentos realmente aumentam o risco de Alzheimer? Uma revisão concluída recentemente de 13 grandes estudos observacionais, da qual fiz parte, deixa claro que a ciência ainda não tem uma resposta conclusiva a essa pergunta .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.