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Cientista brasileiro explica as dificuldades de viajar pelo universo tanto para nós como para outras civilizações

O Antagonista ·
Cientista brasileiro explica as dificuldades de viajar pelo universo tanto para nós como para outras civilizações

Mesmo que existam outras civilizações, elas podem estar tão separadas umas das outras que o contato talvez seja praticamente impossível.

Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A humanidade procura sinais de vida fora da Terra há décadas, mas talvez esteja ignorando um dos maiores obstáculos para um encontro extraterrestre: as distâncias absurdas do universo para as viagens interestelares .

Mesmo que existam outras civilizações, elas podem estar tão separadas umas das outras que o contato talvez seja praticamente impossível.

A estrela mais próxima do Sistema Solar , Proxima Centauri , está a mais de 4 anos-luz da Terra . Em termos cósmicos, essa distância é considerada pequena, mas, para a tecnologia humana atual, representa um desafio gigantesco.

Mesmo uma viagem à velocidade da luz demoraria mais de quatro anos. Além disso, segundo a Teoria da Relatividade , um objeto que possui massa não pode atingir a velocidade da luz.

Talvez o maior desafio do universo não seja a falta de vida, mas a dificuldade quase absoluta de alcançá-la. As distâncias são praticamente inimagináveis. A estrela mais próxima, Proxima Centauri, está a mais de 4 anos-luz daqui e, em escala cósmica, isso ainda é considerado… pic.twitter.com/at1uTRiXB5

O problema não está apenas em viajar entre planetas. Para uma civilização alcançar outra estrela, seria necessário superar distâncias que tornam qualquer deslocamento interestelar extremamente demorado.

Mesmo que existam outras formas de vida no universo, quatro barreiras podem tornar o contato entre civilizações extremamente difícil.

Mesmo as estrelas mais próximas estão a anos-luz da Terra , tornando qualquer viagem uma empreitada gigantesca.

Pela Teoria da Relatividade , objetos que possuem massa não podem atingir a velocidade da luz.

Uma missão interestelar poderia exigir anos, décadas ou até muito mais , dependendo da distância e da tecnologia disponível.

A humanidade ainda não possui tecnologia capaz de realizar viagens interestelares com esse nível de alcance.

É justamente esse cenário que ajuda a contextualizar o Paradoxo de Fermi , resumido em uma pergunta que continua intrigando cientistas e pesquisadores: se o universo é tão vasto e pode abrigar inúmeros mundos, por que ainda não encontramos evidências claras de outras civilizações?

Uma possibilidade é que a vida exista em diferentes pontos do cosmos, mas permaneça separada por barreiras de distância e tempo. Nesse cenário, o silêncio não significaria necessariamente ausência de vida.

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