Megaobra de R$ 10,1 bilhões já começou a transformar 870 km de rodovias no Centro-Oeste com 115 km de duplicações e 245 km de terceiras faixas
O projeto promete mudar trechos importantes de rodovias que cortam a região
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Uma malha de rodovias maior que a distância entre muitas capitais entrou em um ciclo de obras de 30 anos em Mato Grosso do Sul . A Rota da Celulose reúne aproximadamente 870 km de estradas estaduais e federais e já tem serviços iniciais em andamento dentro de um contrato estimado em R$ 10,1 bilhões .
A concessão reúne trechos das estaduais MS-040, MS-338 e MS-395 e das federais BR-262 e BR-267 . O corredor atravessa áreas centrais e do leste de Mato Grosso do Sul , onde a produção de celulose ampliou o fluxo de caminhões e a demanda por infraestrutura.
A AGEMS informou em abril de 2026 que as obras iniciais já estavam em andamento, com equipes atuando simultaneamente nas cinco rodovias concedidas.
O valor representa o contrato completo ao longo de 30 anos , e não apenas as primeiras frentes de obra. Desse total, cerca de R$ 6,9 bilhões correspondem a despesas de capital e R$ 3,2 bilhões a custos operacionais.
O Governo de Mato Grosso do Sul detalhou as principais intervenções do contrato:
As primeiras frentes concentram serviços de recuperação e conservação. A fiscalização encontrou equipes em atividades como tapa-buracos, roçada, substituição de sinalização e limpeza de drenagem .
As grandes duplicações e novos contornos seguem um cronograma próprio e não devem ser confundidos com essa fase inicial. Parte dos investimentos mais pesados está distribuída pelos primeiros anos do contrato.
Não em toda a extensão. A duplicação de aproximadamente 115 km da BR-262 entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo está prevista para avançar a partir do segundo ano do contrato.
A AGEMS informou que esse trecho representa um dos maiores investimentos individuais da concessão. O estágio das obras precisa ser separado do conjunto de melhorias prometidas:
A região concentra fábricas, florestas plantadas e um fluxo crescente de cargas ligadas à indústria de celulose . Melhorias na BR-262, BR-267 e nas rodovias estaduais podem reduzir gargalos e aumentar a segurança de moradores e caminhoneiros.
O contrato também prevê contornos em municípios, passagens de fauna, acessos, alargamento de pontes e atendimento aos usuários. A Rota da Celulose combina, portanto, obra física e operação permanente das estradas.
O que já começou é a recuperação inicial. As duplicações, terceiras faixas e contornos serão entregues conforme o cronograma de uma concessão que atravessa três décadas .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.