Homem faz PIX errado no valor de R$ 10.000, recebedor se nega a devolver e, ao entrar em contato com o banco, descobre que há uma forma de reaver o dinheiro sem precisar entrar na justiça
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Um PIX errado de R$ 10 mil colocou o pagador diante de um problema urgente: o recebedor se recusou a devolver o valor. Ao procurar o banco, ele descobriu que a instituição pode ajudar no contato e na tentativa de restituição. Porém, uma transferência feita por engano não permite o uso automático do Mecanismo Especial de Devolução.
Depois de concluído, o PIX não funciona como uma transferência agendada que ainda pode ser cancelada. O dinheiro é creditado na conta indicada em poucos segundos. O banco do pagador também não pode simplesmente retirar o valor da conta do recebedor sem autorização ou fundamento previsto nas regras do sistema.
A primeira medida é comunicar o erro imediatamente à instituição financeira e guardar o protocolo. O banco pode conferir os dados da operação e contatar a instituição do destinatário. Esse procedimento pode levar a uma devolução voluntária, evitando uma ação judicial, mas não representa garantia de recuperação.
O próprio sistema PIX possui uma funcionalidade de devolução vinculada à transferência original. O recebedor deve localizar a operação no extrato e usar a opção “Devolver”. Esse caminho é mais seguro do que iniciar um novo Pix, pois mantém a restituição associada à transação recebida. O pagador deve separar:
Comprovantes, dados da transação e protocolos de atendimento ajudam a identificar com precisão quando a transferência ocorreu, para quem foi enviada e quais providências foram adotadas.
Documento integral da operação de R$ 10 mil, preferencialmente com todos os dados exibidos pelo banco.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.