Após Brasil acionar OMC, China pede para participar de consultas sobre tarifaço dos EUA
EUA respondem ao Brasil na OMC e dizem que estão 'à disposição' para discutir tarifaço A China pediu nesta segunda-feira (10) para participar das consultas na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a ação movida pelo Brasil contra o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos aos parceiros comerciais.
Na petição, Pequim afirma ter um “interesse comercial substancial” no processo porque a investigação sobre trabalho forçado conduzida pelos EUA e as medidas adotadas a partir dela atingem produtos de origem chinesa. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O pedido foi formalizado com base no artigo 4.11 do Entendimento sobre Solução de Controvérsias (DSU, na sigla em inglês) da OMC.
Uma cópia do documento foi enviada às delegações do Brasil e dos Estados Unidos e ao presidente do Órgão de Solução de Controvérsias da organização. (saiba mais abaixo) O Brasil acionou a OMC para contestar duas novas tarifas anunciadas pela Casa Branca: uma de 25%, aplicada sob o argumento de que o Brasil adota práticas econômicas consideradas desleais pelos EUA em relação a empresas americanas; outra de 12,5%, aplicada sob o argumento de que o Brasil, assim como dezenas de outros países, falhou na fiscalização da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.