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“A Vinci que não venha com desculpas” sobre novo aeroporto, avisa Pinto Luz

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“A Vinci que não venha com desculpas” sobre novo aeroporto, avisa Pinto Luz

O ministro das Infraestruturas afirma que o novo aeroporto de Lisboa foi “essencial” na negociação com o grupo alemão Lufthansa , com quem chegou a acordo para a aquisição de 49,9% da TAP por 1.201 milhões de euros , portanto deixou avisos à Vinci, dona da ANA – Aeroportos de Portugal, de que as obras para o futuro Luís de Camões são mesmo para avançar sem “desculpas” para demora.

Em entrevista ao semanário Expresso (acesso pago), Miguel Pinto Luz disse que o Governo está disponível para perceber se o prazo da construção pode terminar em 2035 ou 2036, com uma primeira uma pista e só depois uma segunda.

“ Não estamos aqui para encostar ninguém à parede.

Queremos um novo aeroporto.

Agora não estamos para perder tempo.

A Vinci que não venha com desculpas que não vamos permitir.

Queremos trabalhar com a Vinci, mas temos de cumprir prazos e vamos cumpri-los”, afirmou.

Lufthansa espera aprovação “fácil” de compra da TAP Ler Mais Questionado sobre os remédios que a Direção-Geral de Concorrência Europeia (DG Comp) possa impor neste negócio luso-germânico na aviação, Miguel Pinto Luz mostrou-se convencido de que “a DG Comp vive uma nova realidade depois do relatório Draghi”, que defende a consolidação para criar campeões europeus.

“Passos Coelho tem uma opinião que deve ser ouvida” O ministro das Infraestruturas e Habitação assumiu também, nas declarações ao jornal do grupo Impresa, que o Governo tem responsabilidade na perceção pública de que não é reformista e acredita que as mudanças na habitação vão começar a dar resultados e ajudar o Governo a ganhar eleições.

Sobre as críticas do ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho , Miguel Pinto Luz voltou a defender que a sua opinião deve ser ouvida.

“Com muito orgulho, fiz parte do Governo de Pedro Passos Coelho e, com muito orgulho, faço parte de um Governo de Luís Montenegro.

Ambos têm em comum um enorme compromisso com o país.

Agora, não se pode pedir a Luís Montenegro para trilhar um caminho que não é o dele , quando ele foi sufragado com base num caminho claro.

Tenho um enorme respeito pelos dois.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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