Portugal assume comando de força naval europeia para combater pirataria
Portugal assumiu o comando da força naval da União Europeia (UE) na Operação ATALANTA , numa altura em que a pirataria voltou a intensificar-se ao largo da Somália e no Golfo de Áden.
A missão, liderada pelo comodoro Rodrigues Pedra, da Marinha Portuguesa, protege rotas marítimas e combate atividades ilícitas no Oceano Índico Ocidental, no Golfo de Áden e no Mar Vermelho, até fevereiro de 2027.
No total, 16 militares portugueses participam na Operação ATALANTA , entre os que estão embarcados e os que desempenham funções no quartel-general.
Airbus avalia “ativamente” renovação dos helis para Marinha Ler Mais A 10 de outubro, o Comodoro Rodrigues Pedra assumiu o comando da 54.ª rotação da força naval europeia, tornando-se a 12.ª vez que Portugal lidera esta estrutura multinacional .
O Estado-Maior, composto por militares de diferentes Estados-membros, dirige as operações a partir da fragata espanhola Santa Maria , navio-chefe da força.
Entre as principais tarefas da Operação ATALANTA estão a proteção de navios do Programa Alimentar Mundial e de outras embarcações vulneráveis, a prevenção de atos de pirataria e assaltos à mão armada ao largo da Somália e o combate ao tráfico de armas e estupefacientes.
Marinha fecha com Vanguard contrato de 4,1 milhões Ler Mais A missão inclui ainda a fiscalização, em funções não executivas, de atividades ilegais no mar , nomeadamente pesca ilegal e comércio ilícito de carvão vegetal.
Na preparação desta rotação, entre 7 e 11 de setembro, o comandante da força e parte do Estado-Maior estiveram no quartel-general da operação, na Base Naval de Rota, em Espanha.
A equipa recebeu atualizações sobre a situação marítima e os procedimentos operacionais, num período marcado por uma nova intensificação da pirataria ao largo da Somália e no Golfo de Áden.
Marinha investe 1,6 milhões de euros em rádios táticos Ler Mais Na cerimónia de tomada de posse, no Jibuti, Rodrigues Pedra destacou a “importância de reforçar a cooperação internacional na proteção das linhas de comunicação marítima e na garantia da liberdade de navegação no Corno de África”, pode ler-se em comunicado da Armada nacional.
Criada em 2008, a operação naval da União Europeia contribui para a segurança marítima numa região relevante para as rotas comerciais internacionais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.