Sindicato da PSP dá prazo ao Governo para apresentar “propostas concretas” e “sérias”
O Sindicato Nacional da Polícia (Sinapol) deu ao Governo até dia 28 para apresentar “propostas concretas, sérias e verdadeiramente valorizadoras dos polícias “, prometendo ações de protesto caso não haja avanços em negociações.
Em comunicado divulgado esta segunda-feira, o Sinapol adianta que tem marcada para 28 de outubro uma reunião com a secretária de Estado da Administração Pública , “que poderá ser decisiva para o futuro das negociações sobre a valorização profissional e salarial dos polícias”, estabelecendo essa data como prazo para apresentação de propostas efetivas.
Duarte diz que polícia foi “forçada” a intervir no Porto Ler Mais “Até ao momento, as reuniões realizadas não produziram resultados concretos capazes de traduzir-se numa verdadeira valorização das carreiras e das condições remuneratórias dos profissionais da PSP”, afirma o sindicato, acrescentando que “os polícias continuam à espera de respostas, enquanto as reivindicações do Sinapol, apresentadas há anos, e as sucessivas promessas políticas continuam sem passar das palavras aos atos”.
O Sinapol manifesta no comunicado a sua “crescente preocupação com a ausência de propostas concretas por parte do Governo” e garante que “não aceitará que o processo continue indefinidamente sem soluções efetivas , num prolongamento artificial das negociações”.
MAI promete “valorizar” os polícias que andam nas ruas Ler Mais O sindicato adianta que se não houver progressos no processo negocial “avançará para (…) ações de protesto , começando pela realização de plenários nos diversos aeroportos e comandos policiais, durante as horas de serviço, no respeito pela legalidade aplicável”.
“ Chegou o momento de passar das promessas às decisões .
Os polícias não podem continuar à espera da valorização que lhes é devida e merecida”, afirma o sindicato.
O Sinapol “mantém-se disponível para negociar, mas não confundirá diálogo com adiamento, nem aceitará que a ausência de resultados continue a ser apresentada como progresso”, afirma.
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