Jogadores, empresários e polícias entre clientes de esquema no Elefante Branco
O Ministério Público acusou 12 pessoas por crimes como lenocínio, branqueamento de capitais, tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, associação criminosa e tráfico de estupefacientes, num processo relacionado com o antigo Elefante Branco, uma das mais conhecidas boîtes de Lisboa, que encerrou no ano passado.
Jogadores de futebol, empresários e até agentes policiais frequentavam o espaço situado na Rua do Conde Redondo, onde alegadamente existia um sistema de escolha de mulheres para encontros privados.
Segundo o Correio da Manhã, as escutas telefónicas realizadas durante a investigação terão sido determinantes para o processo.
Numa das conversas intercetadas, um cliente
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