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Kiev alvo de ataque de mísseis balísticos russos. Edifício residencial de cinco andares pega fogo

Diário de Notícias ·
Kiev alvo de ataque de mísseis balísticos russos. Edifício residencial de cinco andares pega fogo

Várias explosões foram ouvidas e um edifício residencial pegou fogo esta quarta-feira, 19 de outubro, em Kiev, na sequência de ataques de mísseis balísticos russos.

O presidente da Câmara, Vitali Klitschko, relatou no seu canal de Telegram que a Rússia utilizou mísseis balísticos, que provocaram um incêndio num edifício residencial de cinco andares no distrito de Svyatoshynskyi.

O autarca acrescentou que os destroços caíram perto do edifício, tendo anunciado numa mensagem anterior que um edifício não residencial no mesmo distrito também foi atingido, assim como um em Darnytskyi.

Uma testemunha disse à agência de notícias Reuters ter ouvido mais de uma dezena de explosões.

Os moradores da capital ucraniana foram aconselhados a abrigar-se.

A Administração Militar da Cidade de Kiev informou que foi declarado alerta aéreo na capital "devido à ameaça do inimigo utilizando armas balísticas" e que os residentes devem permanecer em abrigos até ao final do alerta.

2 ballistic missiles launched from Russia slammed into Kyiv, and the footage caught both hits in 1 shot.

Early counts put North Korean Kn-23s among the weapons used, mixed with Iskanders and hypersonics, and more bombers are already in the air for follow-on waves.

The… — Mario Nawfal (@MarioNawfal) August 19, 2026 A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e «desnazificar» o país vizinho, independente desde 1991 - após a desagregação da antiga União Soviética - e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.

No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões - Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia - além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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