quarta-feira, 14 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Entrevista a Passos Coelho. Poiares Maduro discorda de estratégia política› 00h As novas regras para alargar a licença parental foram aprovadas› Zelensky recebido por primeiro-ministro britânico na quarta-feira› Embaixadora na Grécia (e ex-noiva de Trump Jr.) demite-se. Que se passou?› Associação contesta decisão da ERC sobre anúncio anti-aborto: "Representa uma restrição intoleravel à liberdade de expressão"› Zelensky diz não ter recebido "qualquer aviso" dos EUA sobre ataque com cinco mísseis balísticos russos› Barragens, televisões e até robôs de cozinha. Até onde podem ir os ciberataques?› Ceuta pede apoio ao rei Felipe VI: "É uma panela de pressão que pode explodir a qualquer momento"› "Estamos mais preparados do que nunca": Irão já admite invadir países vizinhos› A história do "bebé esquecido" que prova que as gémeas luso-brasileiras receberam mesmo tratamento preferencial› Entrevista a Passos Coelho. Poiares Maduro discorda de estratégia política› 00h As novas regras para alargar a licença parental foram aprovadas› Zelensky recebido por primeiro-ministro britânico na quarta-feira› Embaixadora na Grécia (e ex-noiva de Trump Jr.) demite-se. Que se passou?› Associação contesta decisão da ERC sobre anúncio anti-aborto: "Representa uma restrição intoleravel à liberdade de expressão"› Zelensky diz não ter recebido "qualquer aviso" dos EUA sobre ataque com cinco mísseis balísticos russos› Barragens, televisões e até robôs de cozinha. Até onde podem ir os ciberataques?› Ceuta pede apoio ao rei Felipe VI: "É uma panela de pressão que pode explodir a qualquer momento"› "Estamos mais preparados do que nunca": Irão já admite invadir países vizinhos› A história do "bebé esquecido" que prova que as gémeas luso-brasileiras receberam mesmo tratamento preferencial
Mundo

Zelensky recebido por primeiro-ministro britânico na quarta-feira

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Zelensky recebido por primeiro-ministro britânico na quarta-feira

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, vai receber Volodymyr Zelensky na quarta-feira em Downing Street, numa demonstração de apoio ao Presidente ucraniano, criticado por Donald Trump, anunciou o Governo britânico.

No encontro, o líder trabalhista prometerá "acelerar a entrega de mísseis de defesa aérea essenciais" e pedirá aos "parceiros internacionais que reforcem as sanções contra a Rússia e aumentem a pressão sobre [Vladimir] Putin", Presidente russo, informou Downing Street em comunicado.

Depois de ter negociado com Putin o levantamento das sanções aos combustíveis russos, no domingo o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou um alegado acordo entre a Ucrânia e a Rússia para um "cessar-fogo energético" de 60 dias entre as duas partes.

Contudo, Zelensky disse desconhecer esse pacto e o Kremlin evitou pronunciar-se sobre o assunto, tendo o porta-voz, Dmitri Peskov, dito apenas que "prosseguem os contactos sobre essa matéria".

"Eles chegaram a um acordo porque eu disse que chegaram a um acordo", insistiu Trump na segunda-feira.

Hoje, o chefe de Estado ucraniano declarou que o seu país não recebeu qualquer aviso prévio dos seus parceiros sobre os cinco mísseis balísticos russos que atingiram infraestruturas civis na capital, Kyiv, neste contexto de aumento das tensões com o homólogo norte-americano.

Zelensky não especificou a que parceiros se referia, caracterizou o ataque como "particularmente vil" e sublinhou que receber informações secretas de parceiros sobre tais ataques "ajuda a salvar vidas" e é "uma das coisas mais importantes".

"É precisamente isso que ajuda a evitar que as pessoas sejam mortas, quando há um alerta prévio sobre mísseis balísticos", escreveu o líder ucraniano na rede social X.

Kyiv continua a depender fortemente de Washington para obter ajuda militar, incluindo sistemas de defesa antimíssil Patriot de fabrico norte-americano e informações secretas sobre ataques russos iminentes.

Os Estados Unidos têm capacidade para detetar imediatamente lançamentos de mísseis balísticos russos, e as autoridades norte-americanas já antes notificaram a Ucrânia, permitindo-lhe emitir alertas de mísseis à população e utilizar defesas aéreas contra mísseis em aproximação.

Já esta noite, Zelensky informou que a capital Kyiv foi hoje novamente atacada por um míssil balístico russo, e mais uma vez "sem aviso prévio de parceiros", dos quais os Estados Unidos são o mais relevante.

O alvo principal do ataque, referiu Zelensky no X, foram as infraestruturas energéticas, especificamente a Central Termoelétrica-4, uma das principais da capital ucraniana, e "infelizmente" o ataque foi certeiro, tendo também um prédio residencial sido danificado.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›