A Casa Valorizou. A Proteção Também?
Há quase vinte anos entrou em vigor o atual regime jurídico do contrato de seguro.
Desde então, o mercado imobiliário português mudou de escala, os custos de construção aumentaram de forma expressiva, a tecnologia transformou a avaliação do risco e a informação disponível para seguradoras, mediadores e consumidores multiplicou-se.
Ainda assim, uma fragilidade permanece quase intocada: a ideia cómoda de que alguém está a acompanhar a adequação da proteção contratada.
Nunca existiu tanta informação.
Nunca foi tão fácil estimar riscos, acompanhar tendências de mercado ou monitorizar a evolução do património.
E, no entanto, muitos segurados continuam a descobrir insuficiências de cobertura apenas quando ocorre um sinistro.
Não por falta de apólice.
Não por falta de prémio pago.
Mas porque todos assumiram que alguém estava a validar a cobertura e ninguém confirmou que essa proteção ainda correspondia à realidade.
O fenómeno é particularmente evidente nos seguros de habitação.
O proprietário acompanha o valor do imóvel e presume que a apólice continua ajustada.
O mediador espera ser informado caso ocorram alterações relevantes.
A seguradora trabalha com os elementos que lhe foram transmitidos e com os mecanismos de atualização contratual.
Quando existe financiamento bancário, muitos clientes sentem ainda maior segurança.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.