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Economia

Gen Z aumenta gastos com arte, família continua a ser porta de entrada no colecionismo

ECO ·
Gen Z aumenta gastos com arte, família continua a ser porta de entrada no colecionismo

A Geração Z tem aumentado o seu investimento em arte e é pela família que mais coleções começam , conclui o relatório The Art Basel and UBS Survey of Global Collecting 2026 , publicado a duas semanas da realização da feira Art Basel Paris, de 23 a 25 de outubro.

Ao mesmo tempo, os colecionadores pesquisam mais, recorrem a ferramentas digitais e dão maior valor à singularidade e à raridade das obras, segundo as respostas de 3.100 pessoas com elevado património, ativos no mercado de arte em dez países e regiões.

Segundo o relatório , 72% dos inquiridos já tinham recebido obras por herança ou testamento.

Entre os colecionadores inquiridos, a proporção média do património dedicada à arte caiu de 24%, em 2022, para 15%, em 2026.

Mas entre os indivíduos com mais de 50 milhões de dólares de património, a afetação média chegou a 23%.

A família é, aliás, a influência mais comum para iniciar uma coleção, de acordo com 28% dos inquiridos.

Dentro deste universo, sobe para 40% quando se fala da Geração Z.

Com 22% surgem as pessoas de elevado património, High Net Worth Individual, em inglês (HNWI), cuja exposição cultural (e vontade de adquirir arte), começou através de museus, galerias e feiras.

Dez anos de arte, arquitetura e tecnologia dentro do museu premium Ler Mais As compras são mais informadas, conclui também o relatório: 72% dos colecionadores fizeram pesquisa moderada ou aprofundada antes de comprar.

Eram 62% no inquérito de 2025.

A maioria, 58%, recorre a recursos online para obter aconselhamento e a inteligência artificial está presente em 22% dos casos – um número interessante tendo em conta os 4% registados em 2024.

Outra conclusão do relatório é que a propensão para arriscar caiu.

O número de colecionadores que comprou obras de artistas que acabava de descobrir caiu de 66%, em 2025, para 45%, em 2026.

É o valor mais baixo em cinco anos e, defende o relatório, mostra que os colecionadores mostram prudência e preferência por artistas com nome.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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