Europress, gráfica histórica do bairro de Alvalade, vendida a investidores nacionais
A gráfica portuguesa Europress, estabelecimento histórico do bairro de Alvalade, em Lisboa, foi adquirida pelos investidores nacionais Carlos Fernandes Neves e Rui Bello da Silva .
A empresa com 40 anos de atividade na área de design gráfico, impressão e acabamentos concluiu o processo de aquisição esta segunda-feira e recomeça agora com uma nova gestão.
A motivar este negócio, cujo valor não foi divulgado, esteve a sucessão da família fundadora.
No entanto, os novos proprietários da gráfica lisboeta garantem que vão manter a “continuidade da sua atividade” de forma a reforçar a operação e criar condições para o crescimento da empresa.
Indústria discográfica cria rótulo sobre uso de IA Ler Mais Fundada em 1986, a Europress tem uma equipa de cerca de 25 trabalhadores e uma faturação anual de aproximadamente 1,4 milhões de euros , além de um histórico de resultados financeiros positivos e uma carteira que integra editoras de referência nacionais.
O futuro passa por “explorar outras oportunidades de negócio”, segundo a informação disponibiliza aos meios de comunicação social.
No âmbito deste acordo, Carlos Neves, ex-diretor-geral da Printer Portuguesa, do grupo Arvato/Bertelsmann, da VASP e da distribuidora Jardim, assume o cargo de diretor geral da Europress.
Por sua vez, Mário Conceição assume as funções de diretor de operações, depois de um percurso profissional marcado pela Printer Portuguesa, Arvato/Bertelsmann, Bertrand/Círculo, Porto Editora e grupo Walstead Europa.
“É uma empresa com um percurso sólido, conhecimento acumulado e relações consolidadas com clientes e fornecedores.
Vemos um ativo com bases muito fortes e um significativo potencial de crescimento.
A nossa ambição é dar continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo destes 40 anos e criar condições para uma nova etapa de desenvolvimento da empresa ”, afirmou Carlos Fernandes Neves, sobre a gráfica que faz edição, impressão e distribuição a partir do coração da capital.
Ambos pretendem “preservar o conhecimento acumulado ao longo das últimas quatro décadas e, simultaneamente, introduzir uma nova abordagem de gestão, orientada para o crescimento e para a adaptação às transformações do setor”.
“Não estamos a começar do zero.
Estamos a partir de uma empresa consolidada, com uma equipa experiente e um conhecimento profundo do mercado.
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