As notícias da 1h
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Nós, os protestos, não os vamos desconvocar, a não ser que o governo, em cima da mesa, nos apresente, de facto, propostas concretas a cumprir, a ter início em janeiro de 2027. Nós estamos sempre abertos à negociação e não deixaremos de estar, porque nós somos responsáveis. Agora, não vamos é aceitar que isto seja protelado no tempo, muito mais tempo.
Um mês de ação, mobilização e luta, com o objetivo de realização de plenários, greves, mobilização para piquetes de greve, para ações concretas das empresas, para discutir com os trabalhadores a ação reivindicativa, empresa a empresa, local de trabalho em local de trabalho, envolver os trabalhadores na discussão política, porque é fundamental que os trabalhadores tenham conhecimento, como tiveram relativamente ao pacote laboral, dos ataques que estão em curso aos seus direitos.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, defende também o aumento do salário mínimo nacional para os € 1.100,00, o aumento a acontecer já no próximo ano. A Central Sindical quer também um aumento generalizado dos salários.
É que há todas as condições para valorizar os salários de forma séria, de forma justa, implicando aqui uma questão que é uma mudança de política que este governo tem que ter, nomeadamente nas exigências da CGTP, de valorização dos salários. E a CGTP vai continuar a insistir em 15% de aumento, com um mínimo de € 150,00 de aumento geral para todos os trabalhadores, e vamos exigir, a partir de 1 de janeiro de 2027, os € 1.100,00 de salário mínimo nacional. Do nosso ponto de vista, é possível.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, em conferência de imprensa na tarde desta sexta-feira. A Intersindical exige também o aumento salarial de, pelo menos, 15%, no mínimo de € 150,00 para todos os trabalhadores no próximo ano. Ainda na atualidade nacional, Pedro Passos Coelho continua a exigir reformas urgentes para o país. O antigo primeiro-ministro vai apresentar propostas para Portugal dentro de dois meses e já há pistas para os quatro temas que o governo deve priorizar. O antigo primeiro-ministro esteve esta sexta-feira no Palácio da Bolsa a explicar os temas que vai abordar no estudo que está a coordenar sobre as reformas que o governo deve executar de forma urgente. As propostas concretas para a governação só são conhecidas no final de novembro, mas Pedro Passos Coelho antecipou uma parte do plano que tem para o país no prefácio do livro "Portugal: Na Paz dos Bloqueios". As reformas sugeridas pelo antigo primeiro-ministro para concretizar em oito anos estão divididas em quatro pilares e, Maria Miguel Marques, vão desde a sustentabilidade da Segurança Social à competitividade da economia.
Em primeiro lugar, surge a componente contributiva da Segurança Social, o sistema previdencial. O governo decidiu colocar o estudo de Jorge Bravo na gaveta. Passos Coelho quer que o assunto seja discutido já. O antigo primeiro-ministro diz que a sustentabilidade financeira da Segurança Social vai continuar comprometida durante mais de década e meia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.