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Galp avalia venda de carteira de 430 mil clientes residenciais na Península Ibérica

ECO ·
Galp avalia venda de carteira de 430 mil clientes residenciais na Península Ibérica

A Galp está a ponderar a venda da carteira de clientes residenciais na Península Ibérica.

A notícia é avançada esta sexta-feira pela agência Bloomberg , que cita fontes próximas do processo, a petrolífera portuguesa está a considerar vender a totalidade deste negócio, que abrange cerca de 430 mil clientes entre Portugal e Espanha.

As conversações estão numa fase inicial e não é certo que a Galp avance com a venda da carteira de clientes residenciais, acrescentam as mesmas fontes.

A eventual alienação surge numa altura em que a petrolífera portuguesa está a reestruturar o seu negócio .

A Galp está a trabalhar numa combinação das atividades de refinação e de postos de abastecimento com as da Moeve, tendo também em análise opções estratégicas para os ativos de energias renováveis.

Governo aprovará fusão Galp-Moeve se salvaguardar Sines Ler Mais Com a transferência das refinarias e dos postos de abastecimento para a parceria com a Moeve, a Galp ficará mais concentrada nas atividades de exploração e produção de petróleo e gás, q ue representam atualmente mais de 60% dos lucros do grupo.

Já o negócio de refinação e comercialização de produtos petrolíferos representa cerca de um terço dos lucros, enquanto a divisão comercial, que inclui o fornecimento de energia a clientes residenciais, é responsável por aproximadamente 9%.

Também nos últimos dias, a Galp reforçou a sua presença na exploração de petróleo no Brasil.

A petrolífera portuguesa venceu, em consórcio com a norueguesa Equinor, o leilão para explorar o bloco Rodocrosita, na Bacia de Santos, no pré-sal brasileiro, ficando com uma participação de 30% .

O Brasil tem sido um dos principais destinos do investimento da empresa e um dos motores do seu crescimento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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