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Allianz vai segurar robotáxis da Waymo em Munique e Londres

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Allianz vai segurar robotáxis da Waymo em Munique e Londres

A Allianz Partners vai criar para a Waymo, empresa de táxis urbanos sem condutor controlada pela Alphabet, um programa integrado de seguro de frota, responsabilidade civil e produto, gestão de sinistros e novas soluções de risco para a mobilidade autónoma , divulgou o site Insurance Business UK .

A Waymo já confirmou a parceria e que foi concebida para apoiar a expansão europeia, começ ando por Londres e Munique, podendo posteriormente ser estendida a outros mercados europeus.

A ligação aos táxis é particularmente importante, segundo o site, porque pode deslocar o centro do negócio do seguro automóvel individual para seguros de frotas e responsabilidade de operadores de mobilidade.

A Waymo não terá milhares de particulares como clientes, mas frotas de veículos que transportam passageiros, enquanto a Uber está a criar serviços próprios para apoiar operadores de robotáxis, incluindo seguros, assistência e financiamento .

A parceria Allianz Partners–Waymo seguradora procura participar não apenas no seguro do veículo, mas também na infraestrutura de risco, sinistros e segurança que permitirá às companhias de mobilidade operar frotas autónomas.

P ara a Allianz e para a Waymo quanto mais autónomo for o veículo, menos sentido faz atribuir o risco de condução ao passageiro e mais importância ganha a cobertura da frota, do operador e da tecnologia.

A própria Allianz defende que a responsabilidade perante as vítimas deve continuar a ser resolvida através do seguro automóvel, com posterior apuramento de quem deve suportar definitivamente o custo.

Até agora a regra tem sido esta: Nos robotáxis, o passageiro deixa de ser, em princípio, o responsável pela condução.

Se ocorrer um acidente, a responsabilidade recai sobre o regime de seguro do veículo e sobre as entidades que controlam ou disponibilizam a tecnologia.

O passageiro só poderá perder ou ver reduzida a proteção em circunstâncias específicas, nomeadamente se tiver contribuído para o acidente.

Ainda segundo a Insurance Business , a Allianz não está sozinha nesta discussão.

No Reino Unido, as seguradoras Aviva e Admiral também defendem que o seguro automóvel continuará a ter um papel relevante, embora as duas seguradoras tenham uma perspetiva mais gradual sobre a velocidade de adoção dos veículos autónomos.

A Admiral estima que estes veículos representarão cerca de 4% do mercado automóvel britânico em 2035, enquanto a Aviva antecipa uma adoção mais significativa apenas numa fase posterior.

Allianz, Aviva e Admiral estão, portanto, perante a mesma transformação: menos acidentes provocados por erro humano, mas veículos mais caros de reparar e novos riscos ligados a software, sensores e cibersegurança.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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