sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› Principal equipamento de fiscalização das novas tarifas fixas dos táxis ainda não funciona› IRS: eis quanto dinheiro a mais vai receber em novembro› Supremo reduz pena de Manuel Pinho para oito anos "apesar da acentuada gravidade dos crimes praticados"› Tracking Poll: PS segura liderança e Chega também cresce. AD continua a descer› Seguro lembra que "todas as manifestações que existem" devem ser "respeitadoras da lei"› Esquerda condena ação "incompreensível" da polícia no Porto. Chega diz que Portugal "não é um país de tendas na rua"› Mulher encontrada morta e toda nua após despiste de carro em Odivelas. Condutor fugiu› Novo secretário-geral do MAI promete "inteira lealdade" a Luís Neves› Seguro pede "consenso na sociedade portuguesa" e "debate sereno" sobre privatização da TAP› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› Principal equipamento de fiscalização das novas tarifas fixas dos táxis ainda não funciona› IRS: eis quanto dinheiro a mais vai receber em novembro› Supremo reduz pena de Manuel Pinho para oito anos "apesar da acentuada gravidade dos crimes praticados"› Tracking Poll: PS segura liderança e Chega também cresce. AD continua a descer› Seguro lembra que "todas as manifestações que existem" devem ser "respeitadoras da lei"› Esquerda condena ação "incompreensível" da polícia no Porto. Chega diz que Portugal "não é um país de tendas na rua"› Mulher encontrada morta e toda nua após despiste de carro em Odivelas. Condutor fugiu› Novo secretário-geral do MAI promete "inteira lealdade" a Luís Neves› Seguro pede "consenso na sociedade portuguesa" e "debate sereno" sobre privatização da TAP
Economia

O novo padrão-reforma: eleições primeiro, surpresas depois

Jornal Económico ·
O novo padrão-reforma: eleições primeiro, surpresas depois

Há um novo hábito político em Portugal.

Primeiro ganham-se eleições, depois descobre-se a reforma.

A Segurança Social parece ser o próximo capítulo.

O Governo recebe um relatório volumoso, aparecem projeções até ao fim do século, multiplicam-se gráficos, défices futuros e avisos fortes.

E, de repente, instala-se a sensação de que temos um precipício à frente e meia dúzia de atuários atrás a empurrar-nos.

Por isso, convém travar o entusiasmo.

As pensões não são uma variável de ajustamento.

São uma promessa do Estado a quem descontou durante décadas.

E mexer nelas não é uma nota de rodapé num programa eleitoral.

É uma escolha política de primeira ordem.

Aqui, também, está em causa a própria qualidade da democracia.

Já vimos o filme na reforma laboral.

Uma referência suficientemente vaga antes das eleições e um pacote suficientemente concreto depois delas.

O eleitor vota no trailer, mas só conhece o filme quando já comprou o bilhete.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›