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6h. Estão em resolução os dois maiores fogos deste sábado

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6h. Estão em resolução os dois maiores fogos deste sábado

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Muito bom dia, vamos às notícias na Rádio Observador, edição das 18h. A esta hora não há nenhum incêndio ativo em Portugal continental. Durante a madrugada, entraram em fase de resolução os dois fogos que mobilizavam mais operacionais ontem. O incêndio em Santa Marta de Penaguião está em resolução há cerca de duas horas. Era o fogo de maior dificuldade devido às condições do terreno. Ainda assim, de acordo com o mapa de ocorrências da Proteção Civil, estão no terreno mais de 170 operacionais a esta hora. Mais cedo ficou também controlado o fogo em Abrantes, distrito de Santarém. Foi o incêndio que mobilizou mais meios durante o dia de ontem. No terreno, ainda estão mais de 300 operacionais, acompanhados de mais de uma centena de veículos. As chamas começaram na freguesia de Mouriscas, pouco depois das 15h de sábado, e chegaram a mobilizar perto de 600 operacionais. No teatro de operações ficaram também dois bombeiros com ferimentos ligeiros. Entretanto, as previsões meteorológicas apontam para chuva em todo o país a partir de hoje. É o resultado de uma depressão que também vai trazer vento e trovoada. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou oito distritos com aviso amarelo das 09h às 18h. Já a Proteção Civil emitiu um alerta à população, uma vez que estão previstos períodos de chuva intensos, acompanhados por trovoada e rajadas de vento, e pede também à população que tome medidas preventivas, visto que há também risco de inundações. Vamos mudar de tema. António José Seguro sublinha que as reformas em Portugal são sagradas, uma convicção deixada pelo Presidente da República ontem, em visita a Viana do Castelo, quando questionado sobre uma eventual reforma da Segurança Social. Seguro relembrou que qualquer tipo de alterações às leis que envolvem os sistemas de pensões não compete ao Presidente da República.

Como sabem, isso compete ao Parlamento ou compete ao governo. Agora, as reformas em Portugal são sagradas.

É uma curta declaração de António José Seguro, que reiterou, ainda assim, a importância das reformas para o país. O secretário-geral do PCP diz que o Partido Socialista será responsável pelas consequências da política do governo, caso viabilize o Orçamento do Estado. Paulo Raimundo considera que uma eventual viabilização do Orçamento do Estado da parte do PS encosta diretamente os socialistas às decisões do Executivo. O líder dos comunistas defende também que ao deixar passar a proposta, os socialistas estão a permitir que o Chega não venha a jogo.

Se o Partido Socialista, em nome da sua suposta responsabilidade perante o país, seja lá o que isso for, se viabilizar esta política e o seu instrumento, que é o Orçamento do Estado, não só está a apoiar a política, não só está a ser responsável por esta política, mas também está a libertar o Chega de vir a jogo e de apoiar aquilo que o Chega apoia. Esta política desastrosa, este caminho desastroso para os trabalhadores, para o povo e para o país.

Desde que começaram a trabalhar com o Vasco, melhoraram muito. São das equipas que eu mais gosto.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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