sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se 8.ª economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Brasil precisa de disciplina orçamental e reformas decisivas, diz FMI› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› Quer pagar menos IMI? Pode pedir nova avaliação da casa› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019› Disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se 8.ª economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Protesto pela habitação no Porto desmobilizado por receio de "infiltração da extrema-direita"› Brasil precisa de disciplina orçamental e reformas decisivas, diz FMI› Nova plataforma digital vai reduzir burocracia nos serviços públicos em Moçambique› Macau leva delegação a cimeira judiciária em Lisboa e aproxima tribunais chineses de Portugal› Quer pagar menos IMI? Pode pedir nova avaliação da casa› 07h Manifestantes desmobilizaram durante a noite› Portugal e China reativam na segunda-feira comissão científica suspensa desde 2019
Mundo

Missão da ONU no Líbano regista mais de mil projéteis numa semana

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Missão da ONU no Líbano regista mais de mil projéteis numa semana

"E mbora os níveis de violência sejam inferiores aos do início do ano, a situação no sul do Líbano continua frágil", afirmou a missão da ONU em comunicado, no qual dá conta de que, entre 21 e 27 de agosto, os militares internacionais registaram 1.030 trajetórias de projéteis, uma média de 147 por dia.

A FINUL lamentou que "por detrás destes números esteja um custo contínuo para a população civil, com casas e infraestruturas vitais danificadas e comunidades a lutar para recuperar" no sul do Líbano, devido aos ataques contínuos do exército israelita.

A atividade militar israelita no sul do Líbano aumentou significativamente durante a primeira quinzena de agosto, apesar do diálogo entre Israel e o Líbano para consolidar o acordo-quadro alcançado no final de junho com a mediação dos Estados Unidos.

A missão da ONU, cujo mandato termina a 31 de dezembro, reafirmou que o seu pessoal continua a monitorizar a situação no terreno e "está a trabalhar com as partes para ajudar a evitar uma escalada ainda maior do conflito".

O comunicado reforçou ainda a importância do respeito da Resolução 1701 da ONU, que "é essencial para reduzir as tensões, restaurar a estabilidade e dar às comunidades a oportunidade de recuperar".

O Ministério da Saúde libanês indicou que uma pessoa morreu e outras seis ficaram feridas, incluindo um menor, num ataque levado a cabo na quinta-feira, pelo exército israelita na região de Nabatiyeh.

As forças israelitas alegaram ter visado instalações do grupo xiita Hezbollah, em concreto depósitos de armas, e justificaram o ataque como uma resposta a um drone alegadamente lançado pelas milícias libanesas.

O recrudescimento da violência ocorre numa altura em que as negociações entre Beirute e Telavive para pôr fim à guerra estão paradas, após um acordo para a criação de zonas piloto no sul do Líbano, que visa substituir as tropas ocupantes israelitas por militares do exército regular libanês.

O Líbano foi arrastado pelo Hezbollah para a nova guerra na região ao reatar, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita, como retaliação da ofensiva israelo-americana contra o seu aliado iraniano.

Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do Líbano desde o conflito anterior, provocando mais de 4.300 mortes e deixando acima de um milhão de deslocados, segundo as autoridades de Beirute.

As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra na Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e interrompido com o início do conflito, em 28 de fevereiro, entre Estados Unidos, Israel e Irão.

Israel avisou repetidamente que não abandonará o sul do Líbano até que as milícias do Hezbollah sejam desarmadas e deixem de constituir uma ameaça.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›