domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 04h Protestos em França deixam rasto de destruição› "Acho estranho que um movimento que está a lutar por uma causa tenha um tal grau de preparação prévia para o caso de alguma coisa se descontrolar"› "Movimentos políticos e anarquistas aproveitam estas manifestações e transformam-nas em atos violentos"› "Hoje, amanhã e até quando for preciso". Manifestantes no Porto decidem voltar a acampar na Praça D.João I› Trump volta a associar imigração à criminalidade para mobilizar eleitorado republicano› Nem todos morreram em Pompeia. O que aconteceu a quem escapou à erupção do Vesúvio?› Armas para todos, cortes nos apoios sociais e guerra aos traficantes: Lula e Flávio Bolsonaro ainda não foram a debates, mas já deram spoilers de como será o primeiro frente a frente› Jovens dividem-se entre Lula e Flávio Bolsonaro a uma semana da segunda volta das eleições no Brasil› Montenegro "inventou uma língua só para ele": o "'serpentês' político, porque envenena a discussão na tentativa de matar os assuntos políticos"› "Há doutrinas de grupos ligados a extremos em que a violência é tida como instrumento a utilizar na busca da mudança do poder"› 04h Protestos em França deixam rasto de destruição› "Acho estranho que um movimento que está a lutar por uma causa tenha um tal grau de preparação prévia para o caso de alguma coisa se descontrolar"› "Movimentos políticos e anarquistas aproveitam estas manifestações e transformam-nas em atos violentos"› "Hoje, amanhã e até quando for preciso". Manifestantes no Porto decidem voltar a acampar na Praça D.João I› Trump volta a associar imigração à criminalidade para mobilizar eleitorado republicano› Nem todos morreram em Pompeia. O que aconteceu a quem escapou à erupção do Vesúvio?› Armas para todos, cortes nos apoios sociais e guerra aos traficantes: Lula e Flávio Bolsonaro ainda não foram a debates, mas já deram spoilers de como será o primeiro frente a frente› Jovens dividem-se entre Lula e Flávio Bolsonaro a uma semana da segunda volta das eleições no Brasil› Montenegro "inventou uma língua só para ele": o "'serpentês' político, porque envenena a discussão na tentativa de matar os assuntos políticos"› "Há doutrinas de grupos ligados a extremos em que a violência é tida como instrumento a utilizar na busca da mudança do poder"
Mundo

Governo do Senegal condena retórica xenófoba no país

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Governo do Senegal condena retórica xenófoba no país

O Presidente Bassirou Diomaye Faye "diz que existe um discurso que não é o do Senegal, um discurso que exclui e divide" o seu povo, declarou Mouhamadou Makhtar Cissé.

Cissé, cujas declarações foram divulgadas hoje pela imprensa local e nas redes sociais, discursava na terça-feira na cidade sagrada de Tivaouane, durante o 'Mawlid', festival muçulmano que celebra o nascimento do profeta Maomé.

"Não nos devemos recusar a acolher imigrantes, desde que respeitem as leis do nosso país. O povo senegalês não deve ser egoísta. O Islão é uma religião de tolerância e solidariedade", afirmou.

Pediu "abertura" para os estrangeiros e "acolhimento caloroso" daqueles que chegam ao país, afirmando que a 'téranga' senegalesa (hospitalidade) "não deve ser apenas uma imagem de postal, mas uma realidade".

Além disso, continuou, "os senegaleses estão em todo o mundo. Mais de dois milhões de senegaleses (de uma população de 19 milhões) estão na diáspora", acrescentou Cissé.

Em 18 de agosto, três Organizações não-Governamentais (ONG), incluindo a Amnistia Internacional Senegal, instaram as autoridades senegalesas a "tomarem medidas" contra o "aumento da retórica xenófoba" nos meios de comunicação social e nas redes sociais, visando comunidades estabelecidas no Senegal.

Várias organizações da sociedade civil denunciaram ameaças e intimidações, amplificadas pelas redes sociais, contra a comunidade guineense, que vive e trabalha no Senegal há décadas.

Em 17 de agosto, durante um debate na Assembleia Nacional, o deputado nacionalista Tahirou Sarr questionou o ministro da Justiça sobre o que chamou de "injustiça sofrida pelo povo senegalês" em vários bairros de Dacar devido a "um fluxo de mendigos estrangeiros".

Sarr acusou ainda os "estrangeiros" de se envolverem em mendicidade, banditismo e prostituição.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›