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As notícias das 8h

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As notícias das 8h

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Edição das 8, na Rádio Observador, com o Rui Casanova. A PSP alerta que há cada vez mais imigrantes ilegais a entrar em Lisboa e no Porto, de transportes públicos, vindos de outras cidades europeias, mas rejeita a ideia de que existe uma caça aos imigrantes em Portugal por parte das autoridades.

O diretor nacional adjunto da PSP, e responsável pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, explica que este fenômeno não é novo, mas admite que tem vindo a aumentar em Portugal. À entrevista à Agência Lusa, João Ribeiro adianta que os imigrantes entram em Portugal de autocarro ou comboio e que muitas vezes o objetivo nem é permanecerem no nosso país, mas sim transitar entre o espaço Schengen. O responsável pela UNEF garante que as autoridades nacionais estão atentas.

Nós temos muitos cidadãos que chegam por via aérea, portanto, conseguimos interceptar muitas situações. Temos aqui alguns fatores de risco que temos identificados, especialmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, naquilo que são fluxos rodoviários e ferroviários de cidadãos a chegar a território nacional, porque estão em situação irregular noutros países, e que procuram movimentar-se dentro do espaço Schengen.

A PSP rejeita também a ideia de caça indiscriminada aos imigrantes em situação irregular. Uma reação às críticas feitas por parte de associações de defesa destes cidadãos, que acusam a Unidade de Estrangeiros e Fronteiras de perseguir imigrantes em situação irregular e de se inspirar na atuação das autoridades norte-americanas. À entrevista à Agência Lusa, o superintendente-chefe da PSP, João Ribeiro, rejeita essa ideia e explica como é feita a abordagem no nosso país.

A nossa abordagem não é propriamente aquilo que foi reportado ser uma caça, uma batida de caça. Não é essa a perspectiva. A abordagem que nós fazemos, genericamente, conseguimos ter uma visão relativamente ao território nacional, onde é que são os fatores de risco, e é essa abordagem que tentamos ter e seguir em cada um dos espaços.

O responsável pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras da PSP, o superintendente-chefe João Ribeiro, que espera no próximo ano ter maior capacidade para instalar os imigrantes em processo de expulsão. Adianta ainda, nesta entrevista, que a recolha de dados biométricos, que há uma semana é feita a todos os passageiros fora do espaço Schengen, está a decorrer sem constrangimentos nos aeroportos portugueses, à exceção de Faro, onde existe alguma pressão.

O Livre admite processar o Chega por ter insinuado que o partido pode ter sido o responsável pelo assalto ao gabinete de André Ventura no Parlamento.

O aviso é feito por Rui Tavares na reentrada política do Livre, que está a decorrer este fim de semana no Porto. O dirigente do Livre considera que André Ventura está nervoso porque, diz, a narrativa do assalto ao gabinete está mal contada. Sublinha também que o Chega não tem o direito de arrastar nem o Livre nem o PSD, que também é visado nas acusações de André Ventura, para esta política de lama.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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