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Economia

Preço médio da hotelaria no verão sobe 3%, mas reservas para outono abrandam

ECO ·
Preço médio da hotelaria no verão sobe 3%, mas reservas para outono abrandam

Entre junho e setembro, o preço médio por quarto ocupado (ARR, na sigla inglesa) da hotelaria nacional aumentou 3% , para 171 euros, tendo a ocupação descido ligeiramente, mas, no outono, os hoteleiros apontam um abrandamento nas reservas .

De acordo com as conclusões do inquérito “Balanço Verão & Perspetivas Outono 2026”, da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), apresentadas esta segunda-feira, “entre junho e setembro, a hotelaria nacional registou uma taxa de ocupação média de 80%, menos 1 ponto percentual face ao período homólogo de 2025”.

Segurança é “ativo” que “não aparece na fatura do hotel” Ler Mais Mas, “em contrapartida, o preço médio por quarto ocupado aumentou 3%, para 171 euros , acarretando um rendimento por quarto disponível (RevPAR) de mais 1%, fixando-se nos 137 euros”, destacou a AHP.

Segundo o inquérito, “esta evolução reflete-se também na avaliação dos proveitos totais: 53% dos hoteleiros consideram que o verão foi melhor ou muito melhor do que em 2025 , enquanto 19% reportam resultados semelhantes e 28% assinalam um desempenho inferior”, destacou.

Num comunicado, a AHP indicou que “os resultados evidenciam diferenças significativas entre regiões”, tendo o Alentejo registado a evolução mais favorável, com um crescimento de 7% no RevPAR, em resultado de aumentos de 5% no preço médio e de 2 pontos percentuais na ocupação”.

Já a Madeira “voltou a destacar-se pela taxa de ocupação mais elevada do país (90%)”, com o Algarve a manter “os valores absolutos mais elevados, com um ARR de 228 euros e um RevPAR de 195 euros”.

Investimento hoteleiro em Portugal sobe 82% no 1º semestre Ler Mais “ A Grande Lisboa foi a única região a registar quebras simultâneas na ocupação, no preço médio e, consequentemente, no RevPAR.

A ocupação recuou 2 pontos percentuais, para 82%, o preço médio desceu 1%, para 173 euros, e o RevPAR caiu 4%, para 142 euros”, indicou.

Por outro lado, “questionados sobre quais os 3 principais mercados emissores no período, o mercado nacional manteve-se como o mais referido pelos hoteleiros entre os principais mercados emissores do verão, com 77% das menções”, seguindo-se o Reino Unido (49%), Espanha (44%) e Estados Unidos da América (41%).

Já as perspetivas para o último trimestre do ano são “mais cautelosas” , destacou a AHP, apontando que “para outubro, 45% dos hoteleiros reportam reservas em carteira inferiores às do período homólogo de 2025, percentagem que aumenta para 61% em novembro e 53% em dezembro”.

“Apesar deste cenário, as expectativas relativamente ao preço médio mantêm-se mais favoráveis”, disse a associação.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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