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Lucros das seguradoras aumentaram 11% no 1º semestre, apesar das tempestades

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Lucros das seguradoras aumentaram 11% no 1º semestre, apesar das tempestades

As seguradoras sob supervisão da ASF registaram um agravamento dos montantes pagos com custos por sinistros de 35,2% em ramos Não Vida no primeiro semestre de 2026 em relação a igual período do ano anterior.

O ramo Incêndio, que inclui os ramos multirriscos habitação, comercial e industrial, foi o mais devastado pelo comboio de tempestades , com os pagamentos de uma grande parte dos sinistros ocorridos a decorreram no segundo trimestre do ano.

Isso não impediu que as seguradoras tivessem aumentado os seus lucros em 11% no primeiro semestre deste ano para 461 milhões de euros, enquanto no período homólogo tinha atingido 414 milhões .

No entanto, a ASF assinala que estes cálculos não incluem dados das seguradoras GamaLife e MGEN Seguros.

Entretanto, a primeira apresentou os seus resultados que melhoraram de 18,5 milhões para 27,9 milhões de euros, enquanto a segunda ainda está em fase de lançamento – da companhia de seguros, não da marca em Portugal – pelo que o seu efeito nos resultados divulgados não são significativos.

Se os resultados líquidos ainda não sofreram com a tempestade Kristin neste primeiro semestre, a diminuição das margens de lucro das seguradoras afetaram os capitais próprios das companhias.

Daí o rácio de solvência SCR do conjunto ter regredido de 212%, em 31 de dezembro de 2025, para 198%, em 30 de junho de 2026 .

No grupo das seguradoras mistas – que inclui Fidelidade, Generali Tranquilidade e Allianz – esse indicador passou de 206% para 193% e, nas seguradoras Não Vida, passou de 190% para 174% .

Também, mas por outros motivos, a solvência das seguradoras Vida baixou de 244% para 233%.

No entanto, a média continua muito acima do mínimo requerido de 100% para este rácio.

Assim, o destaque negativo do primeiro semestre deu-se no ramo dos multirriscos.

As indemnizações atingiram os 920 milhões de euros quase triplicando face aos 311 milhões dos primeiros seis meses de 2025 .

Em relação ao ano anterior, os custos com sinistros tinham subido apenas 11% em 2025, no ramo Incêndio.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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