quarta-feira, 19 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Fogo de Moncorvo mantém frente ativa em Carrazeda, mas evolui bem 14h Internamentos sociais estão a bloquear a capacidade de internamento no Hospital de São José Acidente entre camião e autocarro faz 23 mortos e cinco feridos no Brasil Yungblud cabeça de cartaz do festival de Vilar de Mouros Técnico Humberto Bettencourt é o novo selecionador de futebol de Cabo Verde Sobe para 314 número de mortos no sismo na Colômbia Exército israelita abre inquérito criminal à morte de Hind Rajab Europeísta Baka assume Presidência da Hungria para romper com legado de Orbán Costa e Von der Leyen declaram "apoio firme" ao TPI após sanções dos EUA Raptou mulher para roubar carrinha e violou-a. Vítima escapou em Cascais Fogo de Moncorvo mantém frente ativa em Carrazeda, mas evolui bem 14h Internamentos sociais estão a bloquear a capacidade de internamento no Hospital de São José Acidente entre camião e autocarro faz 23 mortos e cinco feridos no Brasil Yungblud cabeça de cartaz do festival de Vilar de Mouros Técnico Humberto Bettencourt é o novo selecionador de futebol de Cabo Verde Sobe para 314 número de mortos no sismo na Colômbia Exército israelita abre inquérito criminal à morte de Hind Rajab Europeísta Baka assume Presidência da Hungria para romper com legado de Orbán Costa e Von der Leyen declaram "apoio firme" ao TPI após sanções dos EUA Raptou mulher para roubar carrinha e violou-a. Vítima escapou em Cascais
Últimas

Adrian Bridge: É preciso pagar "às pessoas para arrancarem as vinhas"

Diário de Notícias ·
Adrian Bridge: É preciso pagar "às pessoas para arrancarem as vinhas"

Adrian Bridge fala num português escorreito, sem nunca perder o sotaque britânico.

O CEO do grupo que detém marcas de vinho do Porto como a Crohn, Fonseca ou Taylor’s e outras de vinho de mesa - Principal (Bairrada), Bella (Dão) ou Quinta do Portal (Douro), recebeu o Dinheiro Vivo na cave da Taylor’s .

Foi mais de uma hora de conversa, que passou por um olhar analítico da crise no Douro e por críticas à falta de decisão de quem está longe do terrreno.

Para o gestor é muito claro que o Douro precisa de seguir tendências de outras regiões europeias e arrancar vinha, e defende ainda o fim do sistema de ‘benefício’, instituído no início do século XX.

Como avalia a atual crise no Douro e o sistema de benefício? A minha opinião não muda muito em 20 e tal anos.

A realidade é que temos uma estrutura com o ‘benefício’ que congela um sistema que era relevante em 1933, mas que já não é completamente relevante hoje em dia.

Desde 2000 até 2015, a área plantada aumentou 25%.

A grande dificuldade é que o Douro não está reestruturado.

Temos muitos pequenos lavradores com contratos que não são rentáveis.

Os lavradores profissionais (que tipicamente possuem entre cinco a dez hectares) têm videiras a mais, o que os impede de fazer o trabalho apenas com a família, obrigando-os a contratar terceiros.

Como não têm escala suficiente para vender com marca própria, ficam muito dependentes de que terceiros ou grandes empresas comprem as suas uvas.

Para mim, o benefício tem de acabar.

Quem é contra a sua eliminação é porque não quer que a realidade do mercado tenha impacto no Douro.

No mundo ideal, a reestruturação passaria por um modelo semelhante ao aplicado nos Estados Unidos ou noutros locais, onde se paga às pessoas para arrancarem as vinhas, em vez de dar dinheiro aos grandes produtores para o fazerem.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›