segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 2h Passos Coelho não exclui voltar à política e elogia percurso de André Ventura› Algarve na mira dos narcos: redes transferem operações de Espanha para Portugal› Paulo Portas: "É como se o mundo estivesse ao contrário". Putin "aprendeu a manipular a personalidade de Trump"› Trump ameaça suspender venda de armas à Ucrânia e exige fim dos ataques a refinarias russas› Obama lança podcast sobre livros - e as escolhas revelam muito sobre o político› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses› Montenegro considera "insensata" subida dos combustíveis e pede fim do conflito no Médio Oriente› "Não dá mais para viver assim": jovens acampam no Porto contra os preços da habitação› Riade volta a ser alvo dos Houthis: novos ataques atingem aeroporto internacional› 2h Passos Coelho não exclui voltar à política e elogia percurso de André Ventura› Algarve na mira dos narcos: redes transferem operações de Espanha para Portugal› Paulo Portas: "É como se o mundo estivesse ao contrário". Putin "aprendeu a manipular a personalidade de Trump"› Trump ameaça suspender venda de armas à Ucrânia e exige fim dos ataques a refinarias russas› Obama lança podcast sobre livros - e as escolhas revelam muito sobre o político› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses› Montenegro considera "insensata" subida dos combustíveis e pede fim do conflito no Médio Oriente› "Não dá mais para viver assim": jovens acampam no Porto contra os preços da habitação› Riade volta a ser alvo dos Houthis: novos ataques atingem aeroporto internacional
Economia

Promotores e imobiliárias antecipam arrefecimento dos preços das casas sem sobressaltos

ECO ·
Promotores e imobiliárias antecipam arrefecimento dos preços das casas sem sobressaltos

Depois de vários trimestres de fortes subidas, o mercado da habitação em Portugal começa a dar sinais de algum cansaço.

O Índice de Preços da Habitação divulgado esta terça-feira pelo INE mostra uma subida homóloga de 16,5% no segundo trimestre, menos do que os 17,8% do trimestre anterior e o valor mais baixo desde o início de 2025.

Em cadeia, contudo, os preços continuaram a avançar 3,6%.

Ao mesmo tempo, o número de casas vendidas caiu 6,4% face ao mesmo trimestre do ano passado , para 40.142 transações, enquanto o valor global negociado subiu 4,2%, para 10,7 mil milhões de euros.

Porém, a quebra homóloga esconde uma recuperação face ao início do ano : em comparação com o primeiro trimestre de 2026, venderam-se mais 6,4% de casas, depois de uma queda de 12,4% no trimestre anterior.

Estes movimentos revelam uma equação que intriga o setor: se, por um lado, há menos casas a mudar de mãos do que há um ano, por outro, o dinheiro que circula no mercado continua a crescer.

Os preços estão a subir a um ritmo mais lento, mas isso não significa que comprar casa tenha ficado mais fácil.

Ricardo Sousa CEO da Century 21 em Portugal e Espanha Manuel Maria Gonçalves e Carlos Santos afastam, para já, uma inversão da tendência de subida dos preços.

“Estamos perante um abrandamento da intensidade do crescimento, mas não perante uma inversão da tendência” , resume o CEO da Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII).

Carlos Santos, CEO da Zome, partilha a leitura, notando que não considera que haja “ainda uma inversão de tendência.

Uma valorização homóloga de 16,5% continua a revelar um mercado sob forte pressão.” Preços da habitação sobem 16,5% com sinal de abrandamento Ler Mais Ricardo Sousa, CEO da Century 21 Portugal, avisa que a desaceleração não deve ser confundida com alívio para quem procura casa.

“Os preços estão a subir a um ritmo mais lento, mas isso não significa que comprar casa tenha ficado mais fácil”, diz o responsável, para quem a comparação com um período de forte valorização deve ser tida em conta, mas não anula a pressão sobre quem compra: “Uma subida de 16,5% continua a representar uma pressão muito significativa sobre o orçamento de quem procura casa.” Segundo Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, há dois motores em ação: um mais estrutural e outro mais conjuntural.

O estrutural tem que ver com a margem de valorização que o mercado ainda tem por percorrer.

“Se Portugal estava em desconto, isso é cada vez menos verdade”, diz o responsável, acrescentando que essa valorização tem geografia própria, com os preços em Lisboa a subir, segundo Ricardo Guimarães, a um ritmo bem mais contido do que a média nacional, e as regiões mais baratas do país a valorizar com maior intensidade do que as mais caras.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›