BE considera apoios do Governo "migalhas devoradas pelo custo de vida"
O líder bloquista considerou que, entre a primeira apresentação das medidas por Luís Montenegro e a sua confirmação, o contexto financeiro degradou-se, com o aumento das taxas de juro pelo Banco Central Europeu e o agravamento constante dos preços dos combustíveis.
Na análise de Pureza, "o custo de vida é sofrido por quem tem menos e lucra a quem tem mais", ao mesmo tempo que há pessoas aflitas "há lucros obscenos que estão a ser concentrado na grande distribuição, combustíveis, etc".
Segundo o responsável do BE, o país enfrenta um chefe de governo "teimoso e cheio de si", que opta por não exigir maior solidariedade fiscal aos grupos económicos com maior capacidade financeira.
O primeiro-ministro defendeu hoje a política seguida pelo Governo de apoio aos combustíveis e aumento do custo de vida, recusando trocá-la por "leilão de medidas avulsas e descoordenadas" que poderiam "reeditar tragédias".
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