União Europeia aprova “maior expansão da lista de sanções” contra a Rússia
A União Europeia (UE) aprovou sanções contra a Rússia: os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE aprovaram, esta segunda-feira, cerca de 1.600 novas sanções contra Moscovo.
“Estamos a tornar significativamente mais difícil, mais lento e mais caro para a Rússia produzir as armas que utilizam para matar ucranianos”, escreveu Kaja Kallas, chefe da diplomacia europeia, no X.
Na publicação , a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros referiu que esta é a “maior expansão da lista de sanções desde que a Rússia iniciou a guerra”, o que considera demonstrar a união dos 27 Estados-Membro.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE estiveram reunidos, hoje, no Luxemburgo.
NATO promete lutar em caso de ataque: o comandante militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), o general norte-americano Alexus Grynkewich ,afirmou, esta segunda-feira, que qualquer ataque contra um dos seus membros será “totalmente inútil”.
“Se alguém for suficientemente insensato para nos atacar, lutaremos.
Travaremos o ataque e impediremos que alcance os seus objetivos, quaisquer que sejam”, disse Alexus Grynkewich, durante um encontro sobre Defesa que decorreu em Varsóvia, na Polónia.
O general norte-americano garantiu que a NATO deve refletir sobre a forma como poderá reagir em caso de ataque e que deve ser transmitir uma “mensagem clara” aos russos sobre as linhas vermelhas da aliança atlântica.
Putin admite interromper guerra durante um dia para ucranianos votarem: o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, admitiu interromper o conflito com a Ucrânia durante um dia, caso Kiev avance com eleições presidenciais.
De acordo com a agência Tass , que cita o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, Moscovo não tem interesse num cessar-fogo de 60 dias, como pediu o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e só parará os ataques durante o dia das eleições.
Zelensky acusa Moscovo de atacar instruções energéticas, depois de Trump anunciar um cessar-fogo: o Presidente ucraniano afirmou, esta segunda-feira, que a Rússia continua a atacar instalações energéticas na Ucrânia.
As acusações de Kiev acontecem um dia após o Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, ter garantido que ambos os lados do conflito teriam concordado com um cessar-fogo energético.
Ataque russo faz, pelo menos, três mortos em Kharkiv: de acordo com a imprensa ucraniana, há ainda, pelo menos, 25 feridos.
O ataque com mísseis aconteceu, ontem, numa zona residencial na comunidade de Pisochyn, perto de Kharkiv.
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