segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Após mau tempo, menino de 12 anos continua desaparecido na Catalunha› Reivindicações recusadas? Freguesias podem fechar portas a 4 novembro› Demissão de secretário-geral do MAI. IL e Chega querem ouvir ministro na AR› PCP acusa Governo de "corte brutal" no investimento público› Situação financeira dos hospitais? Chega/Açores agenda debate de urgência› 15h Nuno Parreira da Silva é o novo Secretário-Geral do MAI› Filme "O Homem que Mordeu o cão" chega ao cinemas em 2027› Viveu cinco anos com medo. Quando pôs fim à relação, ex-namorado atacou-a com ácido sulfúrico› Polícia desmobiliza acampamento pela habitação no Porto. Câmara alega ocupação ilegal do espaço público› No regresso aos EUA, desembarcou do USS Lincoln um marinheiro de quatro patas acabado de bater um recorde› Após mau tempo, menino de 12 anos continua desaparecido na Catalunha› Reivindicações recusadas? Freguesias podem fechar portas a 4 novembro› Demissão de secretário-geral do MAI. IL e Chega querem ouvir ministro na AR› PCP acusa Governo de "corte brutal" no investimento público› Situação financeira dos hospitais? Chega/Açores agenda debate de urgência› 15h Nuno Parreira da Silva é o novo Secretário-Geral do MAI› Filme "O Homem que Mordeu o cão" chega ao cinemas em 2027› Viveu cinco anos com medo. Quando pôs fim à relação, ex-namorado atacou-a com ácido sulfúrico› Polícia desmobiliza acampamento pela habitação no Porto. Câmara alega ocupação ilegal do espaço público› No regresso aos EUA, desembarcou do USS Lincoln um marinheiro de quatro patas acabado de bater um recorde
Política

Situação financeira dos hospitais? Chega/Açores agenda debate de urgência

Notícias ao Minuto - Política ·
Situação financeira dos hospitais? Chega/Açores agenda debate de urgência

O debate agora agendado para a próxima semana é justificado tendo em conta "a saúde financeira dos hospitais", que "exige respostas e transparência", sublinha o partido em nota de imprensa, alertando que "a evolução da despesa dos hospitais da Região tem vindo a aumentar exponencialmente".

Para o Chega/Açores, "a saúde dos açorianos não tem preço", defendendo que "a sustentabilidade financeira dos hospitais não pode ser analisada separadamente da qualidade dos cuidados prestados, do acesso dos açorianos aos tratamentos de que necessitam e da estabilidade das empresas que asseguram diariamente o funcionamento dos serviços".

O partido pretende obter esclarecimentos sobre a evolução da despesa dos hospitais, o montante das dívidas a fornecedores e as consequências para os utentes, para os profissionais de saúde e economia regional, destacando a situação do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.

Segundo o Chega/Açores, a situação do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), "é uma das principais preocupações", denunciando que as últimas contas apresentadas mostram que a maior unidade de saúde dos Açores "está a gerar, por mês, perto de 4,6 milhões de euros de prejuízo".

Trata-se de "um valor que quase quadruplicou nos primeiros seis meses de 2026, comparativamente com o primeiro semestre do ano passado", aponta o Chega/Açores.

Para o partido, é fundamental "perceber onde se gasta e como se gasta", alegando que "não basta aumentar a despesa com a saúde se os açorianos continuam à espera de consultas, exames e cirurgias".

"É preciso perceber para onde vai o dinheiro dos contribuintes e por que razão o aumento dos encargos não se traduz numa resposta mais rápida e eficaz para os doentes", refere a deputada Hélia Cardoso, citada na nota de imprensa.

No entender do Chega/Açores, o debate deverá permitir "esclarecer também as consequências das dívidas hospitalares a fornecedores", considerando que os "atrasos podem colocar pressão sobre empresas que fornecem medicamentos, dispositivos médicos, equipamentos, serviços de alimentação, limpeza e manutenção", podendo afetar a capacidade de manter postos de trabalho e "cumprir os seus próprios compromissos".

"As dívidas dos hospitais não desaparecem.

Alguém acaba por suportar os seus custos: os contribuintes, os fornecedores ou os próprios utentes, quando a falta de recursos compromete a resposta dos serviços.

Não podemos ignorar o impacto destas responsabilidades na economia Açoriana", sublinha Hélia Cardoso.

A parlamentar defende que a gestão dos recursos públicos na saúde deve ser acompanhada de "rigor, transparência e resultados mensuráveis".

Nos Açores existem três hospitais públicos afetos ao Serviço Regional de Saúde, nas ilhas de São Miguel, Terceira e Faial.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Política ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Política.

Mais de Notícias ao Minuto - Política

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›