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Bruxelas aprova compra da Ebury pelo Santander e fundo americano Centerbridge

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Bruxelas aprova compra da Ebury pelo Santander e fundo americano Centerbridge

A Comissão Europeia aprovou esta terça-feira a aquisição do controlo conjunto da fintech britânica Ebury pelo Banco Santander e pela gestora de fundos norte-americana Centerbridge Partners , num negócio transatlântico nos serviços bancários e de pagamentos.

Bruxelas concluiu que a transação, notificada em meados de julho, não suscitaria preocupações em matéria de concorrência, tendo em conta as posições de mercado limitadas das empresas , após realizar uma análise à concentração ao abrigo do Regulamento de Fusões da União Europeia.

Santander compra maioria da fintech Ebury por 400 milhões Ler Mais A Ebury trabalha essencialmente para empresas, através de produtos e serviços relacionados com pagamentos e cobranças internacionais, gestão de risco cambial e empréstimos comerciais .

Fundada em 2009 por Juan Lobato e Salvador García, tem cerca de 1.600 colaboradores e mais de 40 escritórios em 29 mercados.

No ano fiscal de 2023, segundo os últimos dados disponíveis, executou transações no valor de mais de 29,7 mil milhões de euros.

Regulada como instituição de pagamento pelo Banco Nacional da Bélgica, a Ebury tem operação em Portugal, através de escritórios em Lisboa e Vila Nova de Gaia, e é liderada localmente por Gonçalo Vilas Boas desde o início de maio.

Foi precisamente nessa altura que a Ebury angariou cerca de 635 milhões de euros numa ronda de financiamento que contou com a participação do acionista espanhol Santander, que alocou 58 milhões de euros e ficou com uma participação maioritária de 55%.

A ligação entre a Ebury e o Santander remonta a 2019, quando o banco anunciou a compra da fintech de Londres especializada em câmbio por 350 milhões de libras esterlinas (cerca de 409 milhões de euros) para controlar 50,1% da empresa britânica.

À época, o Santander explicou que o investimento tinha como objetivo reforçar a oferta a pequenas e médias empresas e financiar a expansão da participada para novos mercados na América Latina e Ásia.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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