sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Governo anuncia 66 milhões de euros para modernização da Linha do Norte› Suspensão das sanções pelos EUA "recompensa e incentiva" Putin› Incêndio em complexo turístico no Bangladesh causa pelo menos dez mortos› Iraque quer unir redes energéticas e ferroviárias entre países islâmicos› Anunciada alta hospitalar. Papa Leão XIV prepara-se para regressar ao Vaticano› Corpo de mulher encontrado a flutuar no porto de Vila Franca do Campo› Filipino resgatado ao largo de São Miguel após sofrer amputação de dedos› António José Seguro defende que "ninguém deve viver" sem habitação› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› Erradicação da Pobreza. Seguro defende que "ninguém deve viver" sem casa› Governo anuncia 66 milhões de euros para modernização da Linha do Norte› Suspensão das sanções pelos EUA "recompensa e incentiva" Putin› Incêndio em complexo turístico no Bangladesh causa pelo menos dez mortos› Iraque quer unir redes energéticas e ferroviárias entre países islâmicos› Anunciada alta hospitalar. Papa Leão XIV prepara-se para regressar ao Vaticano› Corpo de mulher encontrado a flutuar no porto de Vila Franca do Campo› Filipino resgatado ao largo de São Miguel após sofrer amputação de dedos› António José Seguro defende que "ninguém deve viver" sem habitação› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› Erradicação da Pobreza. Seguro defende que "ninguém deve viver" sem casa
Economia

100% ou não, eis a questão

ECO ·
100% ou não, eis a questão

A privatização total da TAP permitiria alinhar o controlo da gestão com a responsabilidade financeira. O desafio é garantir os interesses estratégicos nacionais.

O fito do Governo sempre foi vender a maioria do capital da TAP. As circunstâncias parlamentares impuseram uma venda minoritária, até 49,9%, mas até isso de alguma forma foi contornado. Mesmo com menos de metade do capital, a Lufthansa vai mandar como se tivesse uma larga maioria , decidindo a gestão da frota, a política comercial, o lançamento de novas rotas ou o investimento corrente.

Era inevitável. De outra forma, nem a Air France-KLM nem o grupo alemão se teriam dado ao trabalho de olhar para a companhia portuguesa.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›