Onde há um doente, a guerra tem de parar
A barbárie não começa quando um hospital é bombardeado.
Começa quando se aceita que o acesso a cuidados pode ser usado como uma arma.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.