Full Venue é agora Clustie, com ambição de chegar aos 500 clientes nos próximos 12 meses
A startup tecnológica portuguesa Full Venue é agora Clustie , resultado de um rebranding que acontece meses após o lançamento da atual plataforma do qual ‘empresta’ o nome.
A mudança, desenvolvida internamente, procura traduzir a evolução da atividade da empresa , que inicialmente se focava nos setores do desporto, eventos e bilhética, ao nível da segmentação de audiências para canais de marketing .
Full Venue levanta dois milhões para a internacionalização “Full Venue fez o seu caminho e permitiu-nos construir uma presença muito sólida nos setores do desporto, dos eventos e da bilhética.
À medida que crescemos, tornou-se claro que o problema que estávamos a resolver era transversal a praticamente qualquer negócio de e-commerce .
A Clustie representa esse novo horizonte e permite-nos apresentar ao mercado uma mensagem mais simples, forte e alinhada com a nossa ambição internacional”, afirma Tiago Costa, CEO e cofundador da Clustie, citado em comunicado.
Com mais de 80 marcas clientes em 16 países, a plataforma procura ajudar marcas que vendem online a tirar maior partido dos dados que já possuem sobre os seus clientes , permitindo identificar públicos com maior probabilidade de compra e melhorar a eficácia das campanhas de marketing digital.
Segundo dados da empresa, Portugal, Espanha e Estados Unidos são os principais mercados , com mais de 70% dos clientes a serem internacionais.
Na sua carteira de clientes e parceiros encontram-se organizações como Ticketline, Dubai Basketball, Primavera Sound, Meo Marés, Federação de Futebol do País de Gales (FAW), Villarreal CF e FC Famalicão .
Apesar da nova identidade, a empresa mantém a sede no Porto, a mesma equipa e a operação com todos os atuais clientes e parceiros .
Os setores do desporto, eventos e bilhética continuarão a fazer parte da atividade da Clustie, mas integrados numa estratégia que procura levar a plataforma a marcas de diferentes verticais de e-commerce .
“A mudança não representa uma rutura com aquilo que construímos.
Representa precisamente o contrário.
É consequência da validação que tivemos no mercado e da dimensão que acreditamos que este produto pode alcançar.
Mantemos a equipa, os clientes e a tecnologia, mas passamos a ter uma marca preparada para competir num mercado muito mais amplo ”, acrescenta Tiago Costa.
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