Ricardo Teixeira: “Acho que este país não trata bem nenhum empresário”
Ricardo Teixeira, CEO da Compuworks, é o 95º convidado do podcast “E Se Corre Bem?” .
O sonho de ser empresário esteve presente desde o início da sua vida e, com apenas 13 anos, montou uma skate & surf shop que faturava 25 mil euros anuais .
Anos depois, mesmo perante a adversidade de se ter tornado tetraplégico, encontrou na tecnologia o seu refúgio e usou-a para superar o maior desafio da sua vida. .errordiv { padding:10px; margin:10px; border: 1px solid #555555;color: #000000;background-color: #f8f8f8; width:500px; }#advanced_iframe {visibility:visible;opacity:1;vertical-align:top;}.ai-info-bottom-iframe { position: fixed; z-index: 10000; bottom:0; left: 0; margin: 0px; text-align: center; width: 100%; background-color: #ff9999; padding-left: 5px;padding-bottom: 5px; border-top: 1px solid #aaa } a.ai-bold {font-weight: bold;}#ai-layer-div-advanced_iframe p {height:100%;margin:0;padding:0} var ai_iframe_width_advanced_iframe = 0;var ai_iframe_height_advanced_iframe = 0;var aiOnloadScrollTop="true";var aiShowDebug=false; if (typeof aiReadyCallbacks === 'undefined') { var aiReadyCallbacks = []; } else if (!(aiReadyCallbacks instanceof Array)) { var aiReadyCallbacks = []; } function aiShowIframeId(id_iframe) { jQuery("#"+id_iframe).css("visibility", "visible"); } function aiResizeIframeHeight(height) { aiResizeIframeHeight(height,advanced_iframe); } function aiResizeIframeHeightId(height,width,id) {aiResizeIframeHeightById(id,height);} var ifrm_advanced_iframe = document.getElementById("advanced_iframe");var hiddenTabsDoneadvanced_iframe = false; function resizeCallbackadvanced_iframe() {} “Quando descobri o mundo das tecnologias, eu respirava e vivia as tecnologias.
Estudava tudo com uma sede enorme de aprender.
Para terem noção, dois anos depois de eu ter descoberto o que era o Windows, estava a trabalhar na Microsoft.
Foi um percurso extraordinário do ponto de vista de rapidez .
Entrei na Microsoft para dar suporte ao Windows 98″, começou por dizer.
Esteve dois anos na Microsoft e, apesar de reconhecer “a escola extraordinária” que esta empresa foi para a sua vida, o sonho de ter o seu próprio negócio pesou mais e acabou por deixar esta posição segura para se dedicar ao seu próprio projeto: “ Durante o dia, eu fazia teletrabalho na Microsoft e, durante a noite, eu trabalhava na minha empresa, onde tinha cinco pessoas a trabalhar.
E aí eu tive de tomar uma decisão: ou seguia o meu projeto ou ia tirar um curso “.
Acabou por decidir seguir o seu projeto, mas garante que em momento algum sente que o facto de não ter feito um curso dificultou o seu trajeto.
“Eu não podia estar numa universidade durante o dia e a tentar vender durante a noite, era completamente impossível.
Mas eu tenho uma grande necessidade de conhecimento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.