“Não há luxo sem interação humana”. O que procuram os consumidores do segmento alto
É sobretudo milennial (44%), homem (54%), tem rendimentos familiares entre 100 mil e 199.999 dólares (57%), compra luxo, mas controla o orçamento e no último ano pode ter despendido entre 2.500 e 7.499 dólares em bens de luxo (60%).
É movido pela qualidade (65%), confia mais nas marcas estabelecidas (57%).
Visita o site da marca, mas compra em loja (71%) e admite a Inteligência Artificial para melhorar a sua experiência (94%).
Pode comprar em segunda mão (45%), procura vintage, raridade e peças únicas.
Este é o perfil mais comum do consumidor de luxo, de acordo com o mais recente estudo da consultora EY, apresentado na terça-feira, na Porto Business School. .errordiv { padding:10px; margin:10px; border: 1px solid #555555;color: #000000;background-color: #f8f8f8; width:500px; }#advanced_iframe {visibility:visible;opacity:1;vertical-align:top;}.ai-info-bottom-iframe { position: fixed; z-index: 10000; bottom:0; left: 0; margin: 0px; text-align: center; width: 100%; background-color: #ff9999; padding-left: 5px;padding-bottom: 5px; border-top: 1px solid #aaa } a.ai-bold {font-weight: bold;}#ai-layer-div-advanced_iframe p {height:100%;margin:0;padding:0} var ai_iframe_width_advanced_iframe = 0;var ai_iframe_height_advanced_iframe = 0;var aiOnloadScrollTop="true";var aiShowDebug=false; if (typeof aiReadyCallbacks === 'undefined') { var aiReadyCallbacks = []; } else if (!(aiReadyCallbacks instanceof Array)) { var aiReadyCallbacks = []; } function aiShowIframeId(id_iframe) { jQuery("#"+id_iframe).css("visibility", "visible"); } function aiResizeIframeHeight(height) { aiResizeIframeHeight(height,advanced_iframe); } function aiResizeIframeHeightId(height,width,id) {aiResizeIframeHeightById(id,height);} var ifrm_advanced_iframe = document.getElementById("advanced_iframe");var hiddenTabsDoneadvanced_iframe = false; function resizeCallbackadvanced_iframe() {} A segunda edição do EY Luxury Client Index ouviu 1.631 consumidores que adquiriram bens de luxo nos 12 meses anteriores ao inquérito em 11 mercados relevantes para este sector: Estados Unidos, Itália, China continental, Espanha, Reino Unido, França, Emirados Árabes Unidos, Alemanha, Japão, Suíça e Singapura.
Destes, 44% são millennials, 24% geração Z, 23% geração X e 9% baby boomers.
Uma das primeiras conclusões é que o consumidor é movido pela qualidade do produto e é este que está no centro da decisão, como sublinhou Hermano Rodrigues, consultor da EY, na sua apresentação e como se lê no relatório.
“A qualidade dos materiais é o principal fator de compra para os clientes aspiracionais de luxo (65%), seguida pela herança da marca (52%)”.
Não muito atrás, com 50%, surge a mestria artesanal.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.