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CEO da Startup Portugal vê “potencial grande” na deep tech para criar novas empresas

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CEO da Startup Portugal vê “potencial grande” na deep tech para criar novas empresas

As empresas que fizeram o cruzamento entre ciência e tecnologia são as que têm mais “potencial” para se tornarem líderes globais , marcarem a próxima geração de tecnológicas e beneficiarem a economia nacional, afirma o diretor da Startup Portugal.

Enquanto há dez anos, quando a associação de promoção do empreendedorismo foi criada, a preocupação era aumentar o número de startups , agora o objetivo é que as cinco mil que existem no país cresçam, diz Miguel d’Aguiar.

“ Temos estado a conseguir crescer consistentemente no número de startups em Portugal.

O que precisamos agora é de consolidar – e que estas empresas façam o scale-up .

Onde é que nos devemos posicionar? Se, há dez anos, víamos muitas aplicações para telemóvel, hoje em dia vemos muita deep tech , a junção de tecnologia com a ciência, como é o caso da Sword Health ou a Tekever ”, afirmou Miguel d’Aguiar, em entrevista ao ECO .

“Além da Polónia, há outros países com interesse” em tirar Web Summit a Lisboa premium Ler Mais Para o ‘CEO das startups’, as “empresas relacionadas com deep tech , que podem ser de setores tão diferentes quanto saúde e bem-estar ou defesa, têm aqui um potencial grande”.

“ Acho que Portugal tem muito a ganhar com esta área, porque é altamente especializada e nós temos muito boas universidades de engenharia ”, diz Miguel d’Aguiar, argumentando que, durante vários anos, estavam sempre os cursos de Medicina em primeiro lugar nas médias de acesso ao ensino superior e agora está a Engenharia Aeroespacial , o que significa que os jovens estão cada vez mais atentos ao setor do Espaço e quiçá origine “também de construção de novas empresas”.

Acreditamos que o futuro passa pela relação entre a academia, ciência, investigação, tecnologia e empreendedorismo.

Miguel d'Aguiar Diretor executivo da Startup Portugal Desde o início do ano que a Startup Portugal tem procurado o apoio de parceiros internacionais para encontrar formas diferentes de aumentar a visibilidade externa das startups portuguesas, nomeadamente nos Estados Unidos .

Uma das soluções encontradas foi voar até Silicon Valley e organizar um programa, com a aceleradora norte-americana Plug and Play, no qual também participaram empresas portuguesas.

De entre mais de 80 concorrentes, acabou por ser mesmo a lisboeta Vericasa , que se dedica a fazer contratos de compra e venda de imóveis com inteligência artificial (IA), a vencer o pitch na Califórnia .

Na sua opinião, as empresas não precisam de ser todas de IA, mas “é inevitável” terem processos e/ou produtos com “alguma coisa relacionada com IA”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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