domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Estados Unidos atacam navio comercial no Golfo de Omã que partira de porto iraniano› MNE japonês e dos EUA conversam sobre assassinato em Okinawa e sanções contra TPI› Ex-presidente colombiano propõe rede mundial de "ativismo digital" de apoio a Lula no Brasil› China realiza "patrulha" marítima em torno de ilhas disputadas com o Japão› Justiça indiana liberta líderes do movimento dos "baratas", que mantêm protestos› Dança folclórica portuguesa património de Macau atrai mais chineses› Felipe VI faz na terça-feira primeira visita em 20 anos de um Rei de Espanha a Ceuta› Explicador da semana. Quanto vai poupar com a (nova) redução do IRS› Ataque a Riade adensa tensão no Médio Oriente. EUA prontos a intervir› Atribuído aos Houthis. Pelo menos 12 mortos e 309 feridos em ataque ao aeroporto de Riade› Estados Unidos atacam navio comercial no Golfo de Omã que partira de porto iraniano› MNE japonês e dos EUA conversam sobre assassinato em Okinawa e sanções contra TPI› Ex-presidente colombiano propõe rede mundial de "ativismo digital" de apoio a Lula no Brasil› China realiza "patrulha" marítima em torno de ilhas disputadas com o Japão› Justiça indiana liberta líderes do movimento dos "baratas", que mantêm protestos› Dança folclórica portuguesa património de Macau atrai mais chineses› Felipe VI faz na terça-feira primeira visita em 20 anos de um Rei de Espanha a Ceuta› Explicador da semana. Quanto vai poupar com a (nova) redução do IRS› Ataque a Riade adensa tensão no Médio Oriente. EUA prontos a intervir› Atribuído aos Houthis. Pelo menos 12 mortos e 309 feridos em ataque ao aeroporto de Riade
Portugal

Associação alerta para dificuldades no acesso à interrupção da gravidez

Notícias ao Minuto - País ·
Associação alerta para dificuldades no acesso à interrupção da gravidez

E m entrevista à Lusa a propósito dos 50 anos da UMAR, que se celebram hoje, Maria Idalina Rodrigues diz que a interrupção voluntária da gravidez (IVG) é uma das questões que mais preocupa atualmente a associação, que aponta dificuldades em vários serviços de ginecologia e obstetrícia.

A dirigente dá como exemplo o Hospital Garcia de Orta, em Almada, que, em meados de agosto, suspendeu as IVG, que passaram a ser garantidas por uma clínica privada em Lisboa, o que levou a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) a avançar com uma "ação inspetiva" à unidade hospitalar.

Maria Idalina Rodrigues refere que existem serviços com falhas de profissionais e que os processos podem tornar-se demorados, fazendo com que algumas mulheres sejam encaminhadas de um local para outro e acabem por ultrapassar o limite legal de 10 semanas de gestação para fazer uma interrupção de gravidez.

"Portanto, isto é uma questão grave e nós sabemos que há muitas mulheres que têm de ir para outros locais para fazer a interrupção", afirma.

A dirigente sublinha que essa deslocação pode representar custos para as mulheres, recordando que antes da legalização da IVG algumas mulheres com capacidade económica recorriam inclusivamente a outros países, como Espanha, para interromper a gravidez.

O aborto foi, aliás, uma das lutas históricas da UMAR. Após o 25 de Abril, a organização integrou uma plataforma de unidade que defendia que as mulheres deveriam ter capacidade para decidir por si próprias. O movimento culminou no SIM no referendo de 2007.

Para responder às atuais dificuldades, Maria Idalina Rodrigues aponta algumas medidas concretas, como permitir que determinadas consultas de IVG sejam realizadas nos centros de saúde, sem necessidade de encaminhamento para o hospital.

Defende também que a interrupção medicamente assistida possa ser realizada nos centros de saúde, mediante formação dos médicos e enfermeiros, e que o Serviço Nacional de Saúde contrate profissionais que não sejam objetores de consciência para reduzir as dificuldades existentes.

A questão da IVG é enquadrada pela dirigente num problema mais amplo de dificuldades no Serviço Nacional de Saúde, que, na sua opinião, não tem tido investimento suficiente e enfrenta uma crescente canalização de respostas para o setor privado.

Maria Idalina Rodrigues considera ainda que problemas como saúde, educação e habitação continuam a ser prementes na vida das mulheres atuais, juntando-lhes questões como a violência nas escolas, a violência no namoro e a violência doméstica.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - País ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.

Mais de Notícias ao Minuto - País

Ver tudo ›

Mais em Portugal

Ver tudo ›