domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Economia

Luís Neves marca nova ronda negocial com sindicatos da PSP e GNR

ECO ·
Luís Neves marca nova ronda negocial com sindicatos da PSP e GNR

O ministro da Administração Interna convocou os sindicatos da PSP e as associações da GNR para novas reuniões negociais nos dias 17 e 29 de setembro , anunciou este sábado o ministério liderado por Luís Neves.

Numa nota enviada às redações, o ministério da Administração Interna (MAI) explicou que a convocatória das novas rondas de negociações com associações e sindicatos foi enviada na sexta-feira, sublinhando que a marcação das reuniões “não foi uma reação aos protestos, foi o cumprimento do calendário que sempre esteve previsto”.

GNR junta-se à PSP em protestos por aumentos salariais Ler Mais Luís Neves “sempre disse – inclusive na audição regimental desta semana – que as negociações seriam retomadas em setembro”, lê-se ainda no esclarecimento enviado por este ministério.

Segundo as convocatórias a que a Lusa teve acesso, a reunião agendada para o dia 17 de setembro terá como objetivo concluir a negociação do suplemento especial para o controlo de fronteiras aeroportuárias e no dia 29 de setembro serão discutidas a reestruturação das carreiras e a organização do tempo de trabalho.

Esta semana, a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) anunciaram um ciclo de protestos conjuntos por considerarem que as promessas de revisão salarial e de carreiras não foram cumpridas.

PSP de Lisboa pede menos alarmismo sobre segurança Ler Mais Em causa, para ambas as forças de segurança, está o incumprimento do acordo de 2024, que aumentou em 300 euros o suplemento de risco, mas que ainda não concretizou a revisão salarial, de carreiras e do sistema de avaliação.

A ASPP apresentou um calendário e, entre 22 de setembro e 30 de outubro, vão decorrer manifestações, estando já definidas uma em 24 de setembro no Porto e outra em 08 de outubro em Lisboa, além de Leiria (01 de outubro) e Faro (14 outubro).

Em aberto está ainda a possibilidade de ocorrerem protestos em outras cidades , incluindo Coimbra, Guimarães e nas regiões autónomas.

“Há um esvaziamento completo da PSP no campo operacional, há um atropelo gritante em várias dimensões da condição policial e parece-nos que há aqui um jogo de empurra para ganhar mais tempo ainda.

E nós, percebendo esta dinâmica, entendemos que mesmo que sejam marcadas novas reuniões, o protesto tem que ser uma realidade”, explicou o presidente da ASPP, Paulo Santos.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›